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Fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste e do FDNE tem juros reduzidos

06 / abr
Publicado por Fernando Castilho às 19:50

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O Banco do Nordeste já está operacionalizando o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) com juros menores em toda a sua área de atuação (região Nordeste e norte de Minas Gerais e Espírito Santo). Considerando investimento, giro e custeio, a redução média nas taxas autorizada pelo Conselho Monetário Nacional foi de 0,52%.

Nos casos de empresas com rendimentos anuais brutos de até R$ 90 milhões, os juros dos investimentos caíram para 8,55% a.a. que, considerando o bônus de adimplência de 15% ficam em 7,27% a.a.. Para rendimentos acima de R$ 90 milhões, os encargos, os encargos anuais passaram a ser negociados a 10,14%, ficando em 8,62% com o bônus de adimplência.

Para capital de giro e comercialização em empresas com faturamento de até R$ 90 milhões, as taxas foram reduzidas a 13,08% (11,11% com bônus de adimplência). Nos casos de rendimento acima de R$ 90 milhões, os juros anuais caíram para 15,23% (12,94% com bônus).

De acordo com a Resolução nº 4560 do CMN, as taxas de juros dos Fundos de Desenvolvimento foram reduzidas em 0,50% para cada faixa de enquadramento em relação ao que estava vigorando no primeiro trimestre de 2017.
As taxas passaram a variar de 7,35% a 8,6% ao ano (antes a variação era entre 7,85% e 9,10%) e estão valendo desde 1º de abril até 31 de dezembro deste ano para os fundos de desenvolvimento, incluindo o FDNE, administrado pela Sudene.

De acordo com o Ministério da Fazenda, os encargos financeiros a serem aplicados às operações de crédito contratadas com recursos dos Fundos de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), da Amazônia (FDA) e do Centro Oeste (FDCO) levaram em consideração a prioridade setorial e espacial atribuídas pelas Superintendências regionais, entre elas a Sudene, para os projetos.

Os Fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste (FNE), do Norte (FCO) e do Centro Oeste (FCO) também tiveram suas taxas reduzidas.

O financiamento para investimento de empresas que faturam até R$ 90 milhões/ano eram de 8,55% e baixaram para 7,27% ao ano (com o bônus de adimplência), enquanto as empresas que faturam acima deste valor tiveram os juros reduzidos de 10,14% para 8,62% ao ano, também com bônus de adimplência.

Houve redução de taxas também para outras modalidades de financiamento, como de Capital de Giro, incentivo a inovação.

Conteúdo produzido pela Sudene e Banco do Nordeste

 

 


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