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set

A adrenalina das tirolesas da Bolívia

13 / set
Publicado por Leonardo Vasconcelos às 9:30

Depois de encarar as cinco horas do downhill da Estrada da Morte, na Bolívia, mostrado no post anterior, tudo o que você mais quer é um merecido descanso, certo? Errado! Já que o nível de adrenalina está tão alto por que não aumenta-lo novamente agora do alto de um perigoso circuito de tirolesas? Convite prontamente atendido.

Estamos no pequeno vilarejo de Coroico, na região de Yungas, próximo à capital La Paz. Após largar as bicicletas, devidamente exaustos e cobertos de lama, fomos levados para um restaurante que conta com banheiros na área externa justamente para atender os aventureiros depois de descer a montanha. Após a rápida ducha, de corpo e alma lavados, entramos no restaurante e o “prato principal” não está no cardápio: as tirolesas.

A fome, claro, é grande. Mas a de adrenalina é maior. Por isso, pedimos as refeições convencionais e enquanto elas estão sendo preparadas fomos levados pela mesma agência que nos conduziu no downhill até o ponto de partida do circuito de tirolesas.

TIROLESAS

Ao chegar lá o mesmo frio na barriga de quando se depara com a estrada que serpenteia a montanha. A diferença é que agora iriamos atravessar a paisagem de outra forma: pelo céu. Os guias colocaram todos os itens de segurança e deram as orientações para um passeio “tranquilo”.

A primeira tirolesa do circuito é a mais longa e veloz. A rapidez é proporcional à emoção. Em poucos segundos você se vê no ar passando por cima das casas, fábricas e rios do local. Ao chegar do outro lado mal dá tempo de respirar e você já é conduzido para as outras duas tirolesas, um pouco menores, mas igualmente emocionantes.

No final do circuito a sensação é de missão cumprida. Conseguir chegar à região de Yungas, depois de ter sobrevivido à “estrada da Morte”, e ainda encarar as tirolesas do local, lhe faz agradecer por estar vivo (e por poder enfrentar novos desafios).

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