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Quadrilha presa no RN pode ter praticado assaltos a bancos em Pernambuco

13 / mar
Publicado por Raphael Guerra às 6:30

Ataque à empresa Brinks resultou em tiroteio entre polícia e bandidos. Carros também foram queimados. Foto: Bobby Fabisak
Ataque à empresa Brinks resultou em tiroteio entre polícia e bandidos. Carros também foram queimados. Foto: Bobby Fabisak

A prisão de uma quadrilha especializada em roubos a bancos e a carros-fortes, durante operação policial no Rio Grande do Norte, na semana passada, deve ajudar a Polícia Civil de Pernambuco nas investigações para identificar suspeitos de explosões e arrombamentos a agências bancárias no Estado. Já se sabe que um dos presos no Rio Grande do Norte teria participação na investida à empresa de transporte de valores Brinks, na Zona Oeste do Recife, em fevereiro deste ano.

 

Suspeito preso no RN locou veículo usado por quadrilha que assaltou a Brinks, na Zona Oeste do Recife. Foto: Polícia Civil RN/Divulgação
Suspeito locou veículo usado por grupo que assaltou a Brinks, no Recife. Foto: Polícia Civil RN/Divulgação

 

Rodrigo Anderson Gomes de Souza, conhecido como Sadan, foi identificado como o responsável pela locação de um dos carros usados pela quadrilha que roubou a Brinks. O veículo, um Ford Ka, foi um dos abandonados pelo grupo durante a fuga, após troca de tiros com a polícia. O carro, segundo as investigações, estava em posse do suspeito há pelo menos três meses. Outros detalhes continuam sob sigilo para não atrapalhar as investigações.

Troca de informações

As polícias Civil de Pernambuco e do Rio Grande do Norte estão, com frequência, trocando informações sobre as investigações de quadrilhas de roubos a agências bancárias que estão agindo no Nordeste. Policiais do Estado vizinho, inclusive, estiveram no Recife para saber mais detalhes sobre as recentes investidas a bancos e à empresa de transporte de valores.


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Na operação da semana passada, no Rio Grande do Norte, oito suspeitos foram presos,  em cumprimento de mandados de prisão, após seis meses de investigações. A quadrilha teria sido responsável por pelo menos dez investidas criminosas, entre 2016 e 2017.

Segundo a Polícia Civil daquele estado, “o grupo era composto, em sua maioria, por foragidos da Justiça e integrantes de facções criminosas e funcionava de forma articulada, sendo suspeito pelo cometimento de diversos roubos a agências bancárias no Rio Grande do Norte e em outros estados”.

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