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Densitometria é mais eficaz que o IMC para determinar composição corporal

20 / abr
Publicado por Luana Ponsoni às 15:53

Exame mostra inclusive a redistribuição corporal com o envelhecimento. Foto: Unicamp/Divulgação
Exame mostra inclusive a redistribuição corporal com o envelhecimento. Foto: Unicamp/Divulgação

O exame de densitometria óssea (DXA) é feito, tradicionalmente,  para avaliar a porcentagem de massa óssea do paciente e indicar possíveis tratamentos para doenças como a osteoporose. No entanto, com o advento da
tecnologia, novos aparelhos possibilitam uma análise precisa da quantidade de massa muscular e gordura corporal, fazendo com que o médico consiga avaliar, de maneira mais precisa, a composição corporal do paciente.

“Oexame de densitometria  é o responsável por realizar a medição da massa muscular, massa gorda e massa óssea do corpo”, explicou o médico radiologista do Lucilo Maranhão Diagnósticos, Dr Marcos Miranda Filho.

Tradicionalmente o método mais utilizado para a classificação e monitoramento da composição corporal é o Índice de Massa Corporal (IMC), no entanto, ele apresenta limitações. “O IMC não é capaz de determinar, por exemplo, a distribuição e a redistribuição da composição corporal decorrente do envelhecimento, bem como problemas desenvolvido por doenças crônicas como obesidade e problemas no fígado”, completou o médico rediologista.

Ainda de acordo com o médico, pessoas com IMC elevado não são necessariamente obesos. Isso pode ser observado em atletas, que apresentam um índice elevado de massa magra. “Percebemos também que nos idosos o IMC pode se apresentar estável por longos períodos, sem que se note a perda significativa de massa magra por
tecido adiposo com o avançar dos anos”, concluiu.


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