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Atalanta Batista em nono no Mundial de Longboard

30 / nov
Publicado por Alexandre Gondim às 22:07

Atalanta Batista em Taiwan. Foto: @WSL / Tim Hain
As brasileiras Atalanta Batista e Chloé Calmon não conseguiram passar suas baterias pela terceira fase do Taiwan Open of Surfing e ficaram em nono lugar no ranking 2018 de Longboard da World Surf League.
A competição aconteceu em ondas menores, 2-3 pés, em Jinzun Harbor, Taitung, na Ilha de  Taiwan e a pernambucana Atalanta Batista, tricampeã sul-americana da WSL South America e tetracampeã brasileira de Longboard, foi a primeira a entrar no mar. Ela não conseguiu achar boas ondas para mostrar suas habilidades no pranchão e sua maior nota foi 3,77, pouco para quem enfrenta, a atual campeã mundial Honolua Blomfield. A havaiana venceu esta segunda batalha por vagas nas quartas de final.
Chloe Calmon. Foto: @WSL / Tim Hain
Já a carioca Chloé Calmon, que foi vice-campeã mundial nos dois últimos anos, só perdendo o título de 2017 para Honolua Blomfield e o de 2016 para Tory Gilkerson. O máximo que Chloé conseguiu na bateria foram 9,30 pontos, com as notas 5,07 e 4,23 que recebeu em suas melhores ondas. Com isso ela também ficou em nono no ranking da categoria.
Tory Gilkerson Foto: @WSL / Tim Hain
A busca por um inédito título mundial do Brasil no Longboard feminino, esse ano, acabou. Mas, quatro surfistas podem conseguir mais um na categoria masculina. O carioca Phil Rajzman ganhou o primeiro em 2007 e repetiu o feito em 2016. Ele vai abrir a terceira fase contra o primeiro participante do Uruguai na história do Mundial de Longboard da World Surf League, Julian Schweizer. O vencedor vai disputar classificação para as quartas de final na quarta fase do Taiwan Open of Surfing.
Phil Rajzman. Foto: @WSL
Depois do bicampeão mundial, o também carioca Eduardo Bagé enfrenta o norte-americano Tony Silvagni na quarta bateria e o saquaremense Rodrigo Sphaier faz um verdadeiro clássico do longboard brasileiro com o paulista Jefson Silva, no penúltimo confronto da terceira fase.
Além deles, a América do Sul ainda tem o peruano Piccolo Clemente, que também tem dois títulos mundiais no currículo, de 2013 e 2015. Ele está na oitava bateria com o norte-americano Kevin Skvarna. Vamos acompanhar…


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