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Tahiti Pro é adiado para a sexta-feira

21 / ago
Publicado por Alexandre Gondim às 16:44

Gabriel Medina treinando em Teahuppo. Foto: Matt Dunbar; /WSL

A quarta-feira, 21/8, amanheceu com ondas pequenas em Teahupoo, amanhã continuará assim e a próxima chamada já foi anunciada para as 7:00h da próxima sexta-feira no Taiti, 14:00h em Brasília.

O big swell que entrou perfeito na bancada de Teahupoo no último fim de semana, já passou e agora é esperar o próximo para dar a largada no Tahiti Pro.

O prazo da janela de espera da sétima etapa da temporada 2019 do World Surf League Championship Tour, vai de hoje até 1º de setembro e começou com ondas muito pequenas na bancada mais perigosa do mundo.

Caio Ibelli. Foto:Matt Dunbar; /WSL

Com um retrospecto impressionante nos tubos mais temidos do planeta, o bicampeão mundial Gabriel Medina fez quatro finais nos últimos cinco anos do Tahiti Pro e ganhou duas delas.

A primeira foi em 2014, quando bateu o recordista de títulos no Taiti, Kelly Slater, num mar clássico com altos tubos em Teahupoo.

No ano seguinte, perdeu a decisão para Jeremy Flores, em 2016 parou nas semifinais e em 2017 o australiano Julian Wilson lhe tirou a vitória nos últimos minutos.

Mas, no ano passado, Medina conseguiu seu segundo título contra outro australiano, Owen Wright, que impediu uma final brasileira ao barrar o atual vice-líder do ranking, Filipe Toledo, nas semifinais.

Gabriel Medina campeão do Tahiti Pro 2018. Foto: Poullenot / WSL 

“Eu amo o Taiti e sinto que é um dos melhores eventos para mim”, disse Gabriel Medina. “Eu sempre venho começando as temporadas meio devagar, mas acredito haver boas oportunidades ainda até o final do ano para lutar pelo título. Foi ótimo vencer em J-Bay e o objetivo é sempre de ganhar todos os eventos, todos os anos, então este não é diferente. Eu estou aqui no Taiti há uma semana e já tivemos ondas excelentes para surfar. Estamos ansiosos pelo evento e esperamos que Teahupoo bombe altas ondas”.

Medina subiu para o sétimo lugar no ranking e reuniu chances matemáticas de brigar pela lycra amarela do Jeep Leaderboard no Tahiti Pro. Mas, a possibilidade para ele é a mais difícil entre os sete surfistas que vão disputar a liderança em Teahupoo, pois já precisa chegar na final e o número 1, Kolohe Andino, não poderá passar da terceira fase.

Além de Gabriel Medina, mais dois brasileiros tentarão tirar o norte-americano da dianteira na corrida pelo título mundial de 2019 no Taiti.
O paulista Filipe Toledo, que mora na Califórnia, é o vice-líder e a disputa entre ele e Kolohe é fase a fase, ou seja, ficará na frente quem obtiver o melhor resultado nos tubos de Teahupoo.

Italo Ferreira. Foto: Matt Dunbar/WSL

O potiguar Italo Ferreira é o quarto colocado e suas chances são iguais ao do japonês Kanoa Igarashi em quinto lugar e do sul-africano Jordy Smith em sexto. Os três só ultrapassam a pontuação atual do líder, Kolohe Andino, se chegarem nas quartas de final.

Os brasileiros são maioria mais uma vez entre os 36 participantes das etapas do WSL World Tour, com doze surfistas escalados para competir no Tahiti Pro. As únicas baterias com participação dupla são as do Medina com o Peterson e do Mineirinho com o Caio Ibelli. Os demais estão sozinhos contra dois adversários de outros países. Oito deles já foram relacionados acima, nos seis primeiros confrontos do desafio nos tubos de Teahupoo.

Com informações de João carvalho da WSL Latin America direto para o BLOG DO SURFE…

Acompanhe e Boas Ondas!!!!!


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