Marília Arraes fala de "homenagem" no comitê do PSB: "Ele não é político", disse a vereadora sobre Paulo Câmara

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Publicado em 06/08/2014 às 15:29
Foto: Paulo Veras/BlogImagem
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Marília Arraes, vereadora de Recife pelo PSB, concedeu entrevista ao Blog de Jamildo na tarde desta quarta-feira (06) e falou sobre a repercussão do episódio envolvendo seu nome e uma cadela no comitê de campanha da chapa majoritária do PSB em Pernambuco. "Ele não sabe discutir porque ele não é político", disse Marília sobre o candidato da Frente Popular por Pernambuco ao governo do Estado, Paulo Câmara (PSB).

Uma cadelinha vira-lata está sendo criada na sede do comitê local desde mês passado e recebeu nome de Marília. Quem batizou o animal foi o auxiliar de serviços gerais Jorge Carlos, 48 anos. Jorge, que no comitê é conhecido como "Coalhada", disse que é fã de Marília e quis fazer uma homenagem.

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A vereadora afirmou que não recebe a atitude nem como homenagem e nem como ofensa. Apenas lamenta o episódio que, segundo ela, indica o alto grau de despolitização do partido ao qual ela própria ainda faz parte. "Isto apenas comprova como esta campanha está despolitizada. A começar pelo candidato ao governo", disse Marília  em resposta às desclarações de Paulo Câmara sobre o assunto na manhã desta quarta-feira.

O socialista afirmou não ter conhecimento do fato e que apenas discute política. Em resposta, Marília argumentou que o candidato deveria se importar com a atitude dos seus militantes porque elas refletem aquilo o que a cúpula do partido é.

Marília também disse não acreditar que tenha sido  Jorge o responsável pelo 'batismo' do animal. "Conheço o Colhada desde 1986, ele me viu com 2 anos de idade, só descobri verdadeiro nome dele agora por causa da matéria. Ele é um senhor que tem transtornos mentais e problemas de saúde. Colocar a culpa nele é um fator que demonstra como a campanha está baixa", disse a vereadora que completou afirmando sentir vergonha alheia da atitude.

"Eles devem avaliar se isto é bom ou ruim para a campanha; porque se eles acham que isto é bom, não precisam fazer retratação", concluiu Marília Arraes.

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