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Irmão de Eduardo entrará com ação no MPF para Protógenes Queiroz provar que acidente foi atentado

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Publicado em 15/09/2014 às 11:47
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Antônio Campos em cerimônia em homenagem aos 35 anos do retorno de Miguel Arraes do exílio. Foto: BlogImagem

Com informações de Paulo Veras, repórter do Blog

Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, disse nesta segunda-feira (15) que entrará ainda nesta tarde com uma petição no Ministério Público Federal de Santos solicitando que o delegado federal e deputado Protógenes Queiroz (PCdoB/SP) prove oficialmente as alegações de que o acidente aéreo teria sido resultado de um atentado, como foi publicado na coluna de Cláudio Humberto desse domingo (14).

Segundo o irmão de Campos, ele irá protocolar uma petição com o pedido para que o Ministério Público Federal de Santos e que o juiz federal responsável pela 5ª Vara Federal ouçam e intimem o delegado Protógenes. O objetivo é que ele repita em juízo o que foi informado ao colunista.

"Queremos que ele diga em depoimento e formalmente perante o Ministério Público o que ele afirma ter [provas de que foi atentado] e que foi objeto de uma nota em Cláudio Humberto", disse Antônio Campos.

Protógenes teria segredado a colegas da Polícia Federal que o ex-governador teria sido, na verdade, vítima de um atentado e que, horas depois do acidente aéreo que vitimou Campos e outras seis pessoas, esteve no local e recolheu indícios que levará à Procuradoria Geral da República (PGR), pedindo que as investigações sejam aprofundadas.

A informação foi dada por Antônio Campos, que é advogado, na manhã desta segunda, em solenidade que comemorava os 35 anos de anistia no Brasil e a volta de Miguel Arraes ao País, depois de ter sido deposto após o golpe militar de 1964.

O irmão do ex-governador e presidenciável disse ainda que a família está acompanhando as investigações com firmeza e serenidade e aproveitou para criticar o "uso político" que os adversários têm feito do acidente.

"Evidentemente, vemos com muita tristeza essa utilização indevida de temas que estão sendo investigados e serão aclarados de forma muito tranquila. Então, nós estamos tranquilos quanto a isso. E vemos essa utilização como uma arma eleitoral própria de quem não tem o que dizer e parte para a agressão", afirmou.

Foto: Reprodução Foto: Reprodução

A estratégia tomada pelos adversários de Paulo Câmara (PSB), afilhado político de Campos e candidato ao Governo de Pernambuco, tem sido a de cobrar explicações sobre sobre a propriedade do avião e incentivos fiscais concedidos pelo governo à uma empresa envolvido na compra da aeronave. Na época da concessão, Câmara era secretário da Fazenda na gestão Eduardo Campos.

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