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Três dos quatro presos na Operação Turbulência entraram com habeas corpus

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Publicado em 30/06/2016 às 10:15
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
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Os advogados dos empresários Apolo Santana Vieira, João Carlos Lyra de Melo Filho e Eduardo Bezerra Leite entraram com pedidos de habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). Os três foram presos preventivamente pela Polícia Federal no último dia 21, na Operação Turbulência, e estão no Centro de Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.

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A primeira defesa a entrar com o pedido de liberdade foi a de Apolo, preso em uma academia da Zona Sul da capital. O desembargados Ivan Lira remeteu os autos para o Ministério Público Federal (MPF), que já retornou para o TRF5. Não há prazo, porém, para a resposta do magistrado.

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Os pedidos em favor dos outros dois empresários está com o MPF. Também não há previsão sobre quando será remetido novamente para o tribunal para ser apreciado pelo desembargador. Ambos foram presos no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e trazidos para o Recife.

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Os três são acusados de integrar um esquema de lavagem de dinheiro descoberto pela Polícia Federal após investigar a compra do jatinho que caiu em 2014, matando o ex-governador Eduardo Campos (PSB) durante a sua campanha presidencial. Para a PF, há indícios de que os recursos que passavam pelas empresas da organização abasteciam campanhas do socialista, além de supostamente beneficiar os senadores Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e Benedito de Lira (PP-AL), além do deputado federal Arthur Lira (PP-AL).

OUTROS ALVOS - Arthur Lapa Rosal foi preso e está no Cotel. O Jornal do Commercio mostrou na edição dessa quarta-feira (29) que os quatro estão em celas para portadores de diploma, mas lotadas. A unidade abriga quase quatro vezes mais presos do que a sua capacidade.

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Outro mandado de prisão preventiva havia sido expedido contra Paulo César de Barros Morato. Considerado foragido, o empresário foi encontrado morto há uma semana em um motel de Olinda, na Região Metropolitana. A Polícia Civil investiga a morte de Morato. De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS), a tese de homicídio foi praticamente descartada. Expectativa é que o resultado do laudo das perícias papiloscópicas e toxicológicas sejam divulgados nesta quinta (30).

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