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Túlio Gadelha critica PDT e diz que exoneração foi ajuste eleitoreiro

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Publicado em 22/01/2018 às 10:11
Foto: Reprodução/Instagram
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Exonerado na última sexta-feira (19), Túlio Gadelha divulgou uma carta nesta segunda-feira (22) em que demonstra a disputa interna no PDT que levou à sua demissão do governo Paulo Câmara (PSB). Usando a declaração do presidente estadual do partido, o deputado federal Wolney Queiroz, que alegou um "ajuste administrativo", Gadelha afirmou que o que aconteceu foi um "ajuste partidário e eleitoreiro, para perpetuar os desajustes que tanto maculam o nosso ambiente político".

Túlio Gadelha afirmou que recebeu a notícia da exoneração por telefone.

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"Isso me fez perceber, ainda com mais clareza, a urgência de uma verdadeira reforma política. Inclusive, é preciso não somente uma reforma, mas também é preciso mudar a forma de se fazer política no Brasil. Não é mudar apenas o nome, mas, sim, as práticas. A política deve servir para organizar a sociedade com representantes comprometidos em fazer uma gestão do bem público para o público e com qualidade", defendeu na carta. "É preciso unir a política à moral e à ética. Isso faz com que o Estado tenha como virtude assegurar acesso a direitos, não só de forma igualitária, mas, principalmente, equitativa, cuidando primeiro de quem precisa mais."

Gadelha, que é namorado da apresentadora de TV Fátima Bernardes, assumiu a presidência do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (Iterpe) em novembro, após o PDT ganhar a Secretaria de Agricultura em articulação de Paulo Câmara para manter o apoio do partido. Podendo perder o MDB, o governador também abriu espaço para o PP no governo.

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