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Com provocação a Barroso, PT publica propaganda de Lula nas redes sociais

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Publicado em 31/08/2018 às 21:09
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
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Após o ministro Luís Roberto Barroso votar pelo indeferimento da candidatura do ex-presidente Lula (PT) e pela proibição da participação na propaganda eleitoral, nesta sexta-feira (31), a equipe publicou um vídeo que seria para o guia na televisão com provocação ao relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Assista ao programa eleitoral de Lula Presidente que Barroso tem medo que passe na TV", diz o post no Twitter.

As imagens dão destaque ao ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que teve a candidatura a vice deferida nesta sexta-feira (31). "Foi Lula que me deu a missão de rodar o País", afirma o petista no vídeo. 

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Haddad é o 'plano b' do PT e, caso os recursos do partido sejam negados, deve ser apresentado como candidato à presidência. A vice escolhida é Manuela D'Ávila, deputada estadual no Rio Grande do Sul pelo PCdoB.

Foi considerado pelo ministro o fato de o ex-presidente ter sido condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), ou seja, em segunda instância, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato. Com isso, ele foi enquadrado pelo relator na Lei da Ficha Limpa.

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O ministro argumentou que a condenação de Lula é notória. "O candidato seria inelegível mesmo que estivesse solto por força da condenação", afirmou. "Estamos falando de uma lei de ampla legitimidade e cuja constitucionalidade foi reiterada pelo Supremo Tribunal Federal", defendeu Barroso.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro afirmou que afastar a inegebilidade de Lula não caberia à Justiça Eleitoral, e sim ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), órgão que tem a responsabilidade de julgar recursos no âmbito criminal sobre o processo do ex-presidente. "Não estamos decidindo sobre a culpabilidade ou inculpabilidade do ex-presidente. E muito menos estamos julgando o seu legado político".

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