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Rodrigo Maia fala sobre Bolsonaro, Lula, pandemia e eleições

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Publicado em 22/03/2021 às 14:30
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Na próxima terça-feira (23/3), o ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ) conversa com Marcelo Tas no #Provoca.

Em sua primeira entrevista para um programa de televisão após a saída do cargo máximo da Câmara, Maia fala sobre o prazer do poder, eleições, a política de Bolsonaro, Lula, Sergio Moro e outros temas.

Com apresentação de Marcelo Tas, a edição inédita é exibida a partir das 22h, na TV Cultura.

Sobre a oposição a Bolsonaro, Maia afirma: "[...] Eu fui o primeiro a fazer o enfrentamento, a criticar, a dizer que o governo era um deserto de ideias. Acho que eu estava certo. Na pandemia, fui o primeiro a enfrentar o governo. Fui atacado pelo próprio presidente em uma entrevista, brutalmente. Mas sempre mantive minha posição, mesmo tendo sido ameaçado de morte, tendo que aumentar a segurança na residência oficial, a minha segurança e da minha família".

"Mantive a minha posição, que acho que foi a posição correta. Hoje a gente está vendo o que o Brasil está passando na perda de vidas e também o impacto do negacionismo na saúde, o impacto disso na pobreza e no desemprego no País", disse o deputado com uma crítica à postura do atual Governo Federal perante a pandemia de Covid-19.

Maia fez uma previsão sobre as eleições presidenciais de 2022, que vêm sendo fortemente discutidas após a anulação das condenações contra o ex-presidente Lula.

"Para alguns que são precipitados, a eleição acabou, vai ser Lula contra Bolsonaro. Eu acredito que não. Acho que o primeiro movimento é de que acabou o favoritismo do Bolsonaro, aí nós teremos uma eleição disputada".

"Em um primeiro momento e olhando as pesquisas, Lula e o Bolsonaro (são os mais cogitados), mas há um campo na sociedade que é antibolsonarista e antipetista, não é isso? E esse percentual não é pequeno, cabe agora àqueles que não são nem lulistas, que não querem engolir o sapo, nem bolsonaristas, que não querem engolir uma arma, encontrar um caminho para um projeto de país que saia dessa polarização que já governou o Brasil."


 

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