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Veja o novo calendário de pagamentos da terceira parcela do Auxílio Emergencial após antecipação do governo

José Matheus Santos
José Matheus Santos
Publicado em 15/06/2021 às 8:57
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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O Governo Federal antecipou o calendário dos pagamentos da terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021 para o público inscrito pelos canais digitais e pelo Cadastro Único. O novo cronograma foi publicado pelo Ministério da Cidadania no Diário Oficial da União desta terça-feira (15).

O calendário de pagamento do auxílio emergencial já havia sido antecipado para a primeira e segunda parcela.

Os pagamentos irão começar na próxima sexta-feira (18) e os saques em dinheiro serão liberados a partir de 1º de julho. Pelo calendário anterior, o crédito em poupança digital só iniciaria no dia 20, e a retirada do dinheiro da terceira parcela em 13 de julho.

O modelo de escalonamento das transferências e saques, adotado no ano passado, segue sendo executado em 2021, com o objetivo de evitar filas e aglomerações nas agências da Caixa Econômica Federal e nas casas lotéricas.

Novo calendário para Cadastro Único e inscritos via app e site

Governo antecipa pagamento de parcelas — Foto: Reprodução

Calendário para público do Bolsa Família não muda

Para o público do Bolsa Família nada muda. Os repasses continuarão sendo feitos de acordo com o calendário habitual do programa. Em junho, o início dos repasses será na próxima quinta-feira (17) para quem tem Número de Identificação Social (NIS) com final 1.

O calendário de pagamento do programa é realizado nos 10 últimos dias úteis de cada mês.

O Auxílio Emergencial 2021 tem quatro parcelas, com valor médio de R$ 250, exceção às mulheres chefes de família monoparental (criam os filhos sozinhas), que recebem R$ 375, e os indivíduos que moram sozinhos (família unipessoal), que recebem R$ 150.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já anunciou, porém, que o governo vai estender o pagamento do auxílio emergencial por mais dois ou três meses, até que, segundo ele, toda população adulta esteja vacinada contra a covid-19 no país.

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