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guerra das vacinas

Para FBC, narrativa sobre propina no Ministério da Saúde é apócrifa e não tem embasamento probatório

Fernando Bezerra também questionou o adiamento do depoimento do deputado Ricardo Barros (PP-PR).

Jamildo Melo
Jamildo Melo
Publicado em 02/07/2021 às 10:19
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O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que a narrativa sobre pedido de propina nas negociações para compra de vacinas pelo Ministério da Saúde é “apócrifa, sem embasamento probatório”.

Durante o depoimento do policial militar e vendedor Luiz Paulo Dominguetti à CPI da Pandemia, o líder explicou que o diretor de Logística, Roberto Ferreira Dias, exonerado do cargo pelo ministro Marcelo Queiroga, não possuía autorização para negociar a aquisição de vacinas uma vez que todas as tratativas deveriam ser redirecionadas para o gabinete do então secretário-executivo Élcio Franco.

“Estamos diante de uma narrativa que me parece apócrifa, sem qualquer embasamento probatório”, disse Fernando Bezerra.

“Nós, da base do governo, queremos ir a fundo nessas investigações. Quem não se comportou como deveria se comportar; quem não cuidou de zelar pelo interesse público que seja, de fato, punido, mas é importante também perceber que se trata, claramente, de aventureiros e sem quaisquer qualificações para tratar de assuntos dessa magnitude”, disse.

Fernando Bezerra questionou o adiamento do depoimento do deputado Ricardo Barros (PP-PR).

“E tudo isso para ouvirmos uma história estranha, sem pé e sem cabeça, que precisa ser aprofundada por esta Comissão Parlamentar de Inquérito.”. Na sua live, entretanto, o presidente comemorou a fala do PM vendedor, em função do ataque ao parlamentar do DF que o acusou de ter sido informado de supostas maracutaias na Saúde e não ter tomado providências.

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