violência policial

Joel da Harpa defende PMs de São Paulo e diz ser 'preciso rever os movimentos sociais'

Com origem nas forças de segurança, o deputado pernambucano Joel da Harpa surfou na onda sindical e saiu em defesa dos profissionais.

jamildo
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jamildo
Publicado em 05/07/2021 às 10:28 | Atualizado em 05/07/2021 às 11:50
ALEPE
Esperamos que o debate neste colegiado seja diferente do ocorrido na CCLJ, onde o 'rolo compressor' do governo impediu a avaliação das emendas. Será que todas as 12 medidas que eu apresentei eram inconstitucionais?", afirma Joel da Harpa (PP), sobre suas sugestões, que foram derrotadas na CCLJ - FOTO: ALEPE
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Mais uma polêmica envolvendo a atuação dos policiais militares em atos públicos. Desta vez, em São Paulo.
Com origem nas forças de segurança, o deputado pernambucano Joel da Harpa surfou na onda sindical e saiu em defesa dos profissionais.

"Novamente, manifestantes saem do foco e promovem verdadeira depredação, deixando um rastro de destruição pela cidade. Lamentamos que esteja cada vez mais difícil ser PM no Brasil. É preciso rever os movimentos sociais".

“É preciso entender que manifestação não significa poder fazer tudo. Que depredar o patrimônio seja público ou privado é crime. Querem que os policiais cheguem com flores enquanto são atacados com pedras e palavras desrespeitosas. E ainda questionam a atuação dos PMs, acusando a categoria de truculência e de ser da Direita. Um verdadeiro absurdo!”, diz Joel.

O parlamentar, sindicalista e ativo em movimentos sindicais da categoria, disse ser a favor de qualquer ato democrático reivindicatório seja de esquerda ou de direita.

“Cada um luta pelo que acredita mas precisamos lembrar que leis existem para serem respeitadas e os PMs possuem o papel do fazer cumprir a legislação. Querem quebrar tudo e serem recebidos com flores. Querem xingar, ofender e serem tratados com sorriso no rosto. O Brasil é um país pacífico. Não estamos e nem queremos guerra”, afirma.

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