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NOVA INVESTIGAÇÃO

PF abre inquérito para investigar suposta prevaricação em suspeitas sobre compras da Covaxin, diz jornal

A apuração vai buscar saber se Bolsonaro foi informado por Luis Miranda e se tomou medidas para apurações das possíveis irregularidades da negociação da vacina.

José Matheus Santos
José Matheus Santos
Publicado em 12/07/2021 às 10:09
Notícia
Isac Nóbrega/PR
Presidente Jair Bolsonaro - FOTO: Isac Nóbrega/PR
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A Polícia Federal instaurou o inquérito para investigar suspeita de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na negociação do governo para a compra da vacina Covaxin.

A informação foi divulgada pela coluna Painel, do jornal "Folha de S.Paulo", nesta segunda-feira (12).

A apuração tem origem nas afirmações do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), que disse em depoimento à CPI da Covid-19 do Senado ter avisado a Bolsonaro sobre irregularidades na negociação e as pressões que seu irmão, Luis Ricardo, servidor concursado do Ministério da Saúde, teria sofrido.

Segundo o Código Penal, a prevaricação é consiste em retardar, deixar de praticar ou praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

Na PF, o caso será conduzido pelo Sinq (Serviço de Inquérito) da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, setor que cuida de apurações que envolvem pessoas com foro privilegiado.

No caso do presidente, a apuração vai buscar saber se Bolsonaro foi de fato informado por Luis Miranda e se tomou medidas para apurações das possíveis irregularidades.

A investigação foi solicitada pela Procuradoria-Geral da República após a ministra do STF Rosa Weber cobrar manifestação da PGR sobre a notícia-crime apresentada ao Supremo pelos senadores Fabiano Contarato (Rede-ES), Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP).


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