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Central dos Sindicatos Brasileiros defende greve geral contra reforma administrativa

A mobilização geral conta com um calendário de atividades que vai até o dia 3 de agosto

jamildo
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jamildo
Publicado em 14/07/2021 às 15:09 | Atualizado em 14/07/2021 às 15:10
Leonardo Sá/Agência Senado
Congresso Nacional - FOTO: Leonardo Sá/Agência Senado
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O Movimento em Defesa do Serviço Público iniciou na última sexta-feira (9) um calendário de atividades de mobilização geral para derrotar a reforma administrativa (PEC 32), com a CSB, CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, Intersindical, CSP Conlutas, Pública, CGTB, Intersindical Instrumento de Luta, Fonasefe, movimento Basta, Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público e UPB (União dos Policiais do Brasil).

Segundo a defesa dos sindicatos, a reforma administrativa representa um processo de retirada da primazia do concurso público como instrumento de seleção de pessoal, enfraquecimento e/ou eliminação da estabilidade dos(as) servidores(as) civis estatutários(as) e redução dos patamares salariais, além de transferência de atividades públicas para a iniciativa privada.

A mobilização geral conta com um calendário de atividades que vai até o dia 3 de agosto.

O presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto, defende uma greve geral do serviço público para barrar a proposta em discussão no Congresso Nacional.

O presidente da entidade, com mais de 900 sindicatos filiados, ressaltou a importância do serviço público brasileiro.

"Apesar da pandemia, o povo brasileiro tem se mobilizado nas ruas pelo Fora Bolsonaro. Agora é a hora de frear a agenda de destruição do serviço público. Por esse motivo, a CSB levará para a próxima reunião do Fórum das Centrais a proposta de uma greve geral do serviço público contra a reforma administrativa, que podemos chamar de PEC da Rachadinha. Uma greve em defesa do SUS, dos professores, dos policiais, da assistência social e de todos aqueles que estão na linha de frente salvando o nosso povo da barbárie do governo Bolsonaro."

A proposta será levada para discussão na próxima reunião do Fórum das Centrais Sindicais, na semana que vem.

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