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Sindicato quer que professores so retornem aulas presenciais no Recife em setembro

No segundo dia da volta, prefeito João Campos vistoriou escolas

JAMILDO MELO
JAMILDO MELO
Publicado em 23/07/2021 às 16:52
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educação/PCR/divulgação
Na terça-feira (27) retornarão às salas de aula os estudantes do 4º ao 7º do Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais. E na última etapa, no dia 03 de agosto, a retomada contemplará os estudantes do 1º ao 3º do Ensino Fundamental Anos Iniciais, Educação Infantil (Creche e Pré-escola) e as turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA). - FOTO: educação/PCR/divulgação
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Nesta sexta (23.07) O Sindicato Municipal dos Professores da Rede Oficial do Recife concedeu uma coletiva de imprensa sobre o que chamam de imposição da Prefeitura do Recife pela volta presencial das aulas.

"Os professores que estão trabalhando arduamente com seus estudantes de forma remota, reivindicam previsão de retorno seguro para o final de setembro, com possibilidade de reavaliação a depender de qualquer agravamento da situação sanitária da cidade", defendem.

No evento, a entidade disse que expõs as contradições dos argumentos usados pela prefeitura, bem como a suposta ineficiência dos protocolos de segurança na prática nessa primeira semana de retorno às salas.

"O calendário imposto arbitrariamente pela Prefeitura obriga toda a comunidade escolar a se expor ao covid-19 sem que nem os docentes estejam plenamente vacinados com segunda dose, muito menos com imunização completa".

"A imposição autoritária da prefeitura pela volta às aulas presenciais acontece no momento em que a variante delta coronavírus começa a se espalhar pelo país, inclusive com casos de mortes confirmados em navio atracado no Recife. A nova variante pode se espalhar mais rápido no Brasil pelo processo de vacinação retardado pela política genocida de Bolsonaro".

"Queremos garantir o direito à vida dos docentes, alunos e demais profissionais ligados ao ensino. Defendemos o retorno das atividades presenciais e sim a favor que a volta seja em condições seguras. Sabemos dos problemas de infraestrutura de nossas escolas, em que dificilmente será garantido o distanciamento mínimo nas salas de aula, assim como as condições adequadas de higienização quando a falta de água em alguns bairros é constante.", diz a entidade

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