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Servidores públicos federais começam campanha contra reforma administrativa em outdoors e emissoras de televisão e rádio

Ações começam nesta semana, quando o Congresso retoma atividades; objetivo é alertar para os pontos negativos da PEC 32/2020

Jamildo Melo
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Jamildo Melo
Publicado em 02/08/2021 às 16:24 | Atualizado em 02/08/2021 às 16:26
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Secretários pediram demissão ao ministro Paulo Guedes - FOTO: EDU ANDRADE/ME
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A partir desta semana, com o retorno das atividades no Congresso Nacional após o recesso parlamentar, os servidores públicos federais dão o ponta pé em uma campanha, denominada "Quem Faz o Brasil", com ações de mídia para reforçar junto a políticos, formadores de opinião e à sociedade os pontos negativos da Proposta de Emenda à Constituição 32/2020, conhecida como reforma administrativa.

A divulgação já acontece na internet e chegará a emissoras de televisão aberta e fechada, rádios, outdoors e painéis digitais no aeroporto de Brasília.

A iniciativa é liderada pelo Sindicatos dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais (Sitraemg).

"A campanha joga luz às reais intenções do governo federal com a PEC e aos impactos nocivos que sua aprovação causaria ao Brasil. O texto abre brechas para a criação de mais de um milhão de cargos de livre nomeação e privatizações que devem atingir diretamente serviços hoje oferecidos gratuitamente aos cidadãos - fatores que, combinados, devem aumentar a corrupção", sustenta a entidade.

"A estabilidade garante a isenção dos servidores públicos. Ocupar estes cargos sem critérios técnicos claros, usando de indicações políticas, será extremamente danoso para o Brasil. Como teremos garantias de denúncias de casos de corrupção, por exemplo, afirma Isaac Lima, coordenador-geral do Sitraemg.

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