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Isaltino defende projeto Retomada do Estado e rebate Antônio Coelho. 'Privatização é saída de preguiçoso'

O líder da Oposição na Alepe havia feito críticas ao programa lançado por Paulo Câmara

Jamildo Melo
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Jamildo Melo
Publicado em 05/08/2021 às 11:00 | Atualizado em 05/08/2021 às 11:14
Foto: Aloisio Moreira/ Divulgação: SEI
A inciativa privada elogiou o programa de Retomada lançado por Paulo Câmara (PSB) que elencou várias ações que vão ajudar o Estado a superar a crise da covid-19 - FOTO: Foto: Aloisio Moreira/ Divulgação: SEI
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Por Isaltino Nascimento, deputado estadual PSB/PE

Para colocar de maneira fácil, vamos exemplificar do jeito que a oposição entende: quero viajar para a Disney, mas como não tenho dinheiro, venderei minha casa. É bem dessa maneira que a turma neoliberal trata o patrimônio brasileiro. E esse modelo que diminui e descapitaliza o poder público para solucionar problema financeiro de curto prazo é o modo preguiçoso e fracassado dessa gente governar.

Essa receita da privatização não é o modelo de gestão que nós da Frente Popular de Pernambuco acreditamos. De fato, somos muito diferentes e estamos do outro lado.

Aqui em Pernambuco apostamos na força e na capacidade de realização do Estado, que em momentos de crise pode e deve ser indutor do desenvolvimento econômico. Por isso mesmo, nosso caminho nunca será o de vender o patrimônio que construímos, óbvio.

Está aí o governo federal, preguiçoso e privatista, que não funciona e o país segue estagnado e paralisado econômica e socialmente, com o desemprego e a fome invadindo a vida dos pobres, sem que o governo aponte perspectivas, a não ser com a maior alta na taxa básica de juros (Selic) dos últimos 18 anos e cortes de investimentos em setores fundamentais.

A realidade é tão grave que até os que têm domicílio fiscal na Faria Lima estão amedrontados com o destino do País e também com a salvaguarda da nossa democracia.

Na contramão do caos brasileiro, o Governo de Pernambuco propõe o Plano Retomada, que além de incentivar a geração de emprego irá também destinar recursos para a melhoria viária, a educação, o saneamento, o abastecimento de água e outras obras. Serão R$ 5 bilhões em investimentos porque Pernambuco soube fazer a tarefa de casa. Enfrentou a crise econômica, organizou as contas, recuperou a captação de crédito (somos Capag B) e vai investir sem depredar o patrimônio público. O trabalho já começou no sertão do Pajeú, para a alegria de Pernambuco (e desespero da oposição).

O Plano Retomada é resultado de quem não tem medo de arregaçar a manga da camisa para “pegar no serviço”. Como dizia o saudoso Eduardo Campos, “é trabalho, trabalho, trabalho”.

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