Eleições 2022

PSL e DEM aprovam fusão para criação de novo partido União Brasil

Novo partido terá o maior fundo eleitoral e maior tempo de TV depois da fusão

Jamildo Melo
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Jamildo Melo
Publicado em 06/10/2021 às 16:08 | Atualizado em 06/10/2021 às 16:29
BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
PLANOS Luciano Bivar é pré-candidato à Presidência da República. O deputado já disputou o cargo antes - FOTO: BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
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O Partido Social Liberal (PSL) e o Democratas (DEM) aprovaram, nesta quarta-feira (06/10), a fusão das duas legendas em convenções realizadas em Brasília. O novo partido se chamará União Brasil e o número será o 44.

O anúncio oficial foi feito pelos presidente do PSL, Luciano Bivar, e do DEM, ACM Neto.

A nova sigla ainda precisa ser aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e isso deve acontecer em até três meses após a análise dos ministros.

Segundo a legenda, desta forma, o foco da cúpula do União Brasil está em iniciar os trabalhos assumindo o protagonismo em prol do futuro do país.

“Esse momento é um marco. A união entre dois grandes partidos como o PSL e DEM. Ainda precisamos da chancela do TSE, mas já estamos trabalhando como um partido só. O União Brasil já nasce com grandes quadros e queremos ser protagonistas já em 2022 buscando uma candidatura presidencial viável para a sucessão do governo atual”, disse o deputado federal Luciano Bivar.

Além da candidatura nacional, o União Brasil também já planeja as eleições no âmbito estadual.

"Porém, tudo antes será debatido internamente antes de divulgado oficialmente. As conversas entre PSL e DEM já estavam sendo realizadas neste sentido".

“Já estamos tratando a composição dos estados e como cada um vai ficar. Vamos instituir novas comissões provisórias e o caminho é sempre o do diálogo, de buscar união, fazendo jus ao nome do partido para conciliar todos os interesses. Mas já temos um desenho definido, mas não oficializamos antes de conversar com todos”, explicou ACM Neto.

“Não vamos nominar candidatos a governador, deputados ou senadores. Seria precipitado agora até porque são decisões pessoais também. Mas teremos um número significativo de candidatos a governadores, senadores e, principalmente, deputados federais e estaduais”, pontuou Bivar.

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