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Corrupção

Anistia Internacional Brasil e 17 organizações exigem que Augusto Aras não arquive relatório final da CPI da Covid

CPI da Covid: petição popular tem mais de 30 mil assinaturas

JAMILDO MELO
JAMILDO MELO
Publicado em 26/10/2021 às 8:52
Notícia
Roberto Jayme/ Ascom /TSE
Representante do Ministério Público, Augusto Aras - FOTO: Roberto Jayme/ Ascom /TSE
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Parte da sociedade civil segue atenta e organizada na etapa de encaminhamentos finais da CPI da Covid.

A Anistia Internacional Brasil e outras 17 organizações mobilizaram mais de 30 mil assinaturas em prol da campanha Omissão Não é Política Pública.

Com esse chamado, o grupo exige que o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, não arquive o relatório final da CPI da Covid.

A adesão popular, ainda aberta , é por meio de assinatura e formulário no site da Anistia Internacional.

Espera-se que esta terça-feira, 26, os integrantes da CPI votem o relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL).

A comissão pode pedir que o Ministério Público Federal abra investigações, inclusive criminais. A previsão é que o parecer seja levado para apreciação de Aras já no dia seguinte.

Já são mais de 600 mil vidas interrompidas pela gestão desastrosa da pandemia no Brasil.

"Os depoimentos e investigações conduzidos na CPI confirmam: mortes evitáveis têm culpas atribuíveis. Com a campanha Omissão Não é Política Pública, a sociedade civil exige que todas as pessoas apontadas pelo relatório final da CPI sejam processadas judicialmente e devidamente responsabilizadas. Assim, será possível construir um caminho de reparação para as vítimas e seus familiares".

As organizações que participam da campanha ao lado da Anistia Internacional Brasil são: Oxfam Brasil, INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos, IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Criola, Abrasco - Associação Brasileira de Saúde Pública, CIMI - Conselho Indigenista Missionário, Terra de Direitos, COIAB - Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, Movimento Nacional de Direitos Humanos, Observatório das Metrópoles, OLODUM, RESAMA - Rede Sul-Americana para as Migrações Ambientais, Justiça Global, Cedeca, Engajamundo, IMUNE-MT - Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso, e ABMMD - Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia.

As entidades vêm usando a hashtag #NãoEngavetaAras no Twitter, para pressionar os representantes do poder público.

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