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Davi Alcolumbre manteve esquema de rachadinha de R$ 2 milhões, revela revista

Alcolumbre é presidente da CCJ no Senado

Augusto Tenório
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Augusto Tenório
Publicado em 29/10/2021 às 10:50 | Atualizado em 29/10/2021 às 10:50
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Ex-presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enfrenta acusação de "rachadona" - FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
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Publicação da revista Veja revela que Davi Alcolumbre (DEM-AP) manteve em seu gabinete um esquema de rachadinhas avaliado em R$ 2 milhões. A reportagem apresentou depoimento de mulheres contratadas pelo senador, mas que não trabalhavam e tinham parte do salário desviado.

Segundo a reportagem, seis mulheres foram contratadas como assessoras do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) em Brasília. Os salários variavam entre de R$ 4 mil a R$ 14 mil. O esquema teria durado anos.

"O senador me disse assim: ‘Eu te ajudo e você me ajuda’. Estava desempregada. Meu salário era mais de 14 mil reais, mas topei receber apenas 1350 reais. A única orientação era para que eu não dissesse para ninguém que tinha sido contratada no Senado", explicou a diarista Marina Ramos Brito dos Santos à revista.

Bolsonaristas exploram crise de Davi Alcolumbre

Davi Alcolumbre é presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado e é o principal responsável por segurar a sabatina de André Mendonça, indicado de Jair Bolsonaro (sem partido) ao STF.

Nas redes sociais, apoiadores do presidente da República usam o escândalo para pressionar o senador a agendar a sabatina de Mendonça. O mesmo ocorreu quando um primo de Alcolumbre foi preso.

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