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A Trilha do Santuário do Vale do Catimbau

06 / jan
Publicado por Leonardo Vasconcelos às 7:24

Foto: PC Cavalcanti / Divulgação

O dia começa cedo e frio. Exatamente isto. Não se trata de erro ou exagero. Em pleno Sertão de Pernambuco, a sensação térmica é de aproximadamente 15 graus quando se acorda às 4 horas de madrugada para fazer uma (quem diria) congelante caminhada. O esforço e o horário tem um justo motivo: assistir ao nascer do sol bem no meio da caatinga. Uma experiência única e inesquecível.

 

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Assim é que se inicia a chamada Trilha do Santuário. É preciso disposição e fôlego, mas quem encara não se arrepende. Devidamente protegidos com casacos – quem pensava que iria ser necessário levar? – os turistas iniciam a caminhada de 3 quilômetros que tem duração média de duas horas no total. A sensação de ir adentrando a vegetação seca ainda no escuro é bem diferente. Lanternas ajudam no percurso, que aos poucos vai se iluminando com a proximidade da alvorada. Depois de andar cerca de 40 minutos se chega a um ponto no alto de uma planície, perfeito para a contemplação da chegada do astro-rei. Aí é só relaxar e se deixar banhar pelos primeiros raios solares de um dia para ficar marcado.

 

 

Só esta experiência já valeu ter levantado mais cedo da cama, mas a trilha ainda reserva outras belas surpresas a quem madruga. Ainda com a temperatura agradável os turistas começam a outra etapa da caminhada, que vai terminar em um dos locais mágicos e intrigantes do Parque Nacional do Vale do Catimbau.

 

 

De repente, eles se vêem dentro realmente de uma espécie de santuário. Uma formação rochosa impressionante em um formato semelhante a uma arena com pedras em formato de casco de tartaruga em volta e outras que mais parecem crânios humanos. “A gente acredita que esse era um local de rituais, onde nossos antepassados faziam rituais”, disse o guia João Ferreira.

 

 

 

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