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A Trilha das Torres do Vale do Catimbau

13 / jan
Publicado por Leonardo Vasconcelos às 8:18

Trilha das Torres
Foto: Diego Nigro / JC Imagem

 

A Trilha das Torres é uma das maiores, mais completas e bonitas do Vale do Catimbau. Ao longo dos seus quase cinco km de extensão, o visitante se depara com paisagens estonteantes, cenários únicos e artes com mais de seis mil anos. Múltiplos atrativos assim como são múltiplas as visões que se tem da Pedra do Cachorro que, dependendo do ângulo, se apresenta também como chipanzé, bico de papagaio e uma esfinge. “Tudo depende do ponto do passeio de onde você olha. Nós, pernambucanos, traduzimos isso como a teimosia da imaginação”, brincou o guia Eneas Oliveira.

 

 

 

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O ar de mistério continua quando logo depois da primeira etapa de subida se depara com uma paredão de multicolorido vivo, difícil de entender como surgiu no meio do nada. São os famosos lapiás. “Se trata de uma formação geológica peculiar que só existe aqui. Eles se formaram pelos sulcos formados na escarpa do paredão tingidos pelo óxido de ferro e pelos sais que desfragmentaram o arenito. Por isso essas cavidades têm essa diversidade de tons que vão do vermelho ao creme”, detalhou o guia.

 

 

Subindo um pouco mais se chega no topo do paredão, onde se observa 13 picos em formato de pirâmide, esculpidos pela erosão do vento. Lá de cima a visão de todo o vale é de tirar o fôlego e encher os olhos. Na descida, ao longo do caminho se depara com as já conhecidas pedras no formato de casco de tartaruga. O destino final é o sítio arqueológico da Casa da Farinha, onde é possível achar inscrições rupestres de milhares de anos.

 

 

 

Entre as dezenas de turistas no local estava o coordenador de logística Eduardo Cavalcanti, de Jaboatão dos Guararapes. “É a minha primeira vez aqui e fiquei fascinado com as artes rupestres e esses imensos paredões. Todo mundo devia vir conhecer isso aqui”, disse Eduardo, que deu o mesmo conselho do #blogmochileo.

 

 

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