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Eduardo diz que modo de saída para o Fluminense foi um erro: "não faria de novo"

Tiago Morais
Tiago Morais
Publicado em 16/08/2018 às 19:47
Foto: Williams Aguiar/Ascom Sport
Foto: Williams Aguiar/Ascom Sport
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Era uma quinta-feira, a delegação do Sport estava no Rio de Janeiro para jogar contra o Vasco em uma sequência complicada na Série A de 2015. No começo da noite, a notícia na Rádio Jornal e repercutida por todos os veículos, dava conta da saída do treinador Eduardo Baptista do comando do Sport, e o destino seria o próprio Rio, precisamente nas Laranjeiras para treinar o Fluminense.

Eduardo só comunicou ao executivo de futebol da época, Nei Pandolfo, que fez o trabalho de informar aos dirigentes. O atual presidente do Sport, Arnaldo Barros era o VP, o homem forte do futebol na gestão Martorelli.

"Naquela saída, eu demorei a conversar (com a diretoria). Vazou a informação. Eu tenho carinho por Arnaldo. Nós vivemos momentos intensos. Ele me ajudou e eu ajudei ele também. Eu não tive a chance de falar, mas é um cara com quem eu tenho muita vontade de conversar. Eu o respeito por tudo o que ele fez e por tudo que ele é. Foi mais um ruído de comunicação. As coisas tomaram uma proporção, mas não teve nada", disse Eduardo na apresentação da volta ao clube.

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Não faria de novo

A maneira pela qual resolveu deixar o comando do Sport  repercutiu. Eduardo foi criticado pela torcida e por dirigentes também. Ciente de que com mais um resultado negativo correria o risco de ser desligado, Eduardo disse sucumbir a pressão e resolveu sair do comando. A falta de maturidade atrapalhou e garante que não repetiria o feito.

"Era treinador no início, a gente vivia um momento de muita pressão e acaba que eu achei que talvez minha saída melhorasse. Eu não faria de novo, mais maduro eu suportaria a pressão. Mas foi um erro. O Sport está no meu coração", pontuou.

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