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Náutico muda política contratual para ampliar vínculos

Karoline Albuquerque
Karoline Albuquerque
Publicado em 19/11/2019 às 8:24
Diógenes Braga é o
Diógenes Braga é o "homem forte" do futebol do Náutico. Foto: Brenda Alcântara/Acervo JC Imagem
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Sendo chapa única na eleição para o biênio 2020-2021, a atual gestão do Náutico busca mudar a política contratual do clube. Ao invés de seguir assinando vínculos de apenas um ano com os atletas, o Timbu passaria a contratar jogadores por dois anos. De acordo com o vice-presidente de futebol alvirrubro Diógenes Braga, não há nada de errado em ter acordos de um ano, apenas algo cultural do clube.

Mas, ele enxerga o futebol de uma maneira diferente. “Do que a gente vê a nível de futebol mundial, os times de sucesso, que têm sucessivamente bons resultados são os que têm manutenção de espinha dorsal. Não só de time, mas de elenco”, disse.

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Braga destaca que é preciso começar a observar o futebol como um processo de, no mínimo, médio prazo. A longo prazo, com a base, algo um pouco mais trabalhoso.

E nada disso se resume apenas à questão técnica, de entrosamento ou adaptação. O contrato mais longo passa também por outros custos que acabam pesando no orçamento, com taxas, passagens aéreas e hospedagens, por exemplo.

“Quando tem continuidade do time, até isso se dilui. Quando você pega o jogador que contrata, a chegada do atleta é muito onerosa. Quando renova, dá continuidade ao contrato que já iniciou. Claro que tudo isso é secundário ao critério técnico, mas isso facilita o departamento como todo, registro, financeiro e técnico”, explicou.

Obviamente, há um risco, mas minimizado. Para Diógenes, o futebol se trabalha justamente reduzindo os danos.

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