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Preparação, estudos e família: Gilmar Dal Pozzo explica rotina longe do Náutico

Fernando Castro Fernando Castro
Fernando Castro
Fernando Castro
Publicado em 15/04/2020 às 16:35
Treinador deixou o comando do Náutico no dia 12 deste mês e rescindiu contrato na última sexta-feira (21) através da Justiça. Foto: Léo Lemos/Náutico
Treinador deixou o comando do Náutico no dia 12 deste mês e rescindiu contrato na última sexta-feira (21) através da Justiça. Foto: Léo Lemos/Náutico
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Com os campeonatos paralisados há um mês no país, o técnico Gilmar Dal Pozzo comentou pela primeira vez como a pandemia do novo coronavírus tem modificado a sua rotina. Em Santa Catarina, o treinador do Náutico tem aproveitado para ficar mais tempo com a família, mas sem deixar o futebol de lado. O técnico revelou que assistiu todos os jogos do Timbu na temporada para analisar os aspectos positivos e negados do time e se preparar melhor para o retorno.

"Fiz uma análise profunda em relação ao início da temporada, assisti todos os jogos do Náutico para analisar os aspectos positivos e negativos, o que temos que melhorar, fazendo uma análise mais fria. Foquei muito no trabalho, fazendo uma preparação, procurando me reinventar, com a cabeça descansada, bem tranquilo, pronto para quando recomeçar ter todas as certezas em relação a metodologia de trabalho e sistema de jogo", destacou Gilmar Dal Pozzo.

Se preparando para a volta do futebol, o treinador alvirrubro revelou que também tem procurado assistir jogos antigos de outras equipes para servir de inspiração. Gilmar Dal Pozzo citou os trabalhos longos que teve na Chapecoense (2012-2014) e no Veranópolis (2009-2012), além da seleção brasileira de 1982 e do atual time do Liverpool, como modelos de jogo para o Náutico se espelhar no retorno dos campeonatos.

"Acompanhei uma retrospectiva da Copa de 82, para mim foi a melhor seleção que vi jogar. Assisti alguns jogos da campanha que fiz com a Chapecoense , nós tínhamos um conceito de jogo, uma equipe que gostava muito de ver jogar e fiz também uma retrospectiva em relação a outras equipes que trabalhei, quatro anos no Veranópolis, procurei me aprofundar muito em algumas equipes que eu gosto de ver jogando, o caso do Liverpool, fui buscar informações do sistema, fazendo uma análise mais profunda", explicou Dal Pozzo.

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FAMÍLIA

Com a rotina corrida de treinos, jogos e viagens com o Náutico, devido ao calendário apertado do futebol brasileiro, Gilmar Dal Pozzo teve pouco tempo para ficar ao lado dos familiares nesse início de temporada, por isso, com a paralisação do futebol, tem aproveitado o período livre para ficar mais com a família. Há cerca de três semanas, o treinador está em Santa Catarina, estado onde nasceu, junto com a esposa e suas duas filhas.

"A partir da segunda semana (de paralisação) eu procurei ficar com a minha família, já que o início dessa temporada foi muito puxado. Tivemos muitos jogos, concentração, treinos e quando estamos em meio aos campeonatos deixamos a família de lado para focar no trabalho, então aproveitei esse período para ficar muito com a família, com as minhas filhas e minha esposa", completou o treinador do Náutico.

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