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Vice-presidente do Náutico cobra kits de segurança da CBF

Pedro Alves
Pedro Alves
Publicado em 07/05/2020 às 12:15
Diógenes Braga apostou na nova campanha de sócios que será lançada para incrementar o orçamento do Náutico. Léo Lemos/Náutico
Diógenes Braga apostou na nova campanha de sócios que será lançada para incrementar o orçamento do Náutico. Léo Lemos/Náutico
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Apesar do Brasil ainda não ter atingido o pico no número de casos de coronavírus, muito se debate quando o futebol retornará com as atividades. Mas clubes de todo o país vêm colocando a segurança sanitária em primeiro lugar. Com o Náutico não é diferente. Em entrevista para Ralph de Carvalho, da Rádio Jornal, o vice-presidente do clube, Diógenes Braga, cobrou uma intervenção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) à disponibilização de kits que, segundo o diretor, clubes e federações não têm condições de bancar a compra.

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“A testagem é muito importante. Os kits não são baratos e os clubes não tem condições de bancar. Eles custam por baixo R$ 200 cada unidade. Acredito que as federações não terão condições de fornecer esses kits e acho que agora é a hora de entrar a CBF. Se é tão importante o calendário. E é! Eu entendo que deveria haver um nível de subsídio”, afirmou Diógenes.

A Federação Pernambucana desistiu da compra desses kits, que acabaram sendo adquiridos pelo Grêmio. A equipe gaúcha é uma das equipes que retornaram às atividades no Brasil. A outra foi seu rival: o Internacional. No sudeste, o Flamengo realizou testes em 293 funcionários do clube. Desses, 38 testaram positivo para o covid-19, sendo três jogadores que não tiveram os nomes revelados. Todos assintomáticos.

Cautela com retorno

Sobre o possível retorno das atividades do Flamengo, o vice-presidente do Náutico pregou cautela. “Você não pode perder o bom senso de não atropelar processo. Estamos loucos para que volte o futebol, mas ainda estamos em uma ascendente no número de casos e é preciso ter muito cuidado”, disse o diretor que finalizou demonstrando otimismo para o fim da pandemia.

“Queremos muito que voltemos a jogador futebol, porque podendo voltar a jogar significa que diminuiu os problemas, mas acho que não tá muito longe de conseguir voltar a vida normal”, completou.

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