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Meia paraguaio se espelha em conterrâneos para ter sucesso no Náutico

Klisman Gama
Klisman Gama
Publicado em 16/07/2020 às 7:55
Júnior Brítez fez apenas cinco jogos pelo Náutico. Foto: Caio Falcão/Náutico
Júnior Brítez fez apenas cinco jogos pelo Náutico. Foto: Caio Falcão/Náutico
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O Náutico tem um passado recente de sucesso com paraguaios na sua equipe. Desde 2018 o Timbu vem explorando o mercado sul-americano e, do país vizinho, já trouxe quatro atletas. O atacante Ortigoza, em 2018, artilheiro do Timbu naquele ano com 13 gols marcados. Além dele, o volante Jiménez também veio de lá e teve boa participação em 2019, conquistando o título da Série C. Neste ano, chegou o atacante Paiva, que tem sido uma opção bastante usada pelo técnico Gilmar Dal Pozzo e caiu nas graças da torcida. A nova “carta” é o meia Júnior Brítez, que foi apresentado e espera repetir o sucesso de conterrâneos no Timbu.

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“A verdade é que meu empresário me perguntou se eu queria me juntar ao Náutico e eu, sem dúvidas, disse que sim, porque passaram muitos paraguaios por aqui, como o Ortigoza, Paiva, Jiménez. Espero não ser a exceção. Quero jogar bem e dar alegrias à torcida do Náutico”, comentou o meio-campista.

O jogador está no seu segundo clube no Brasil. Antes do Náutico, integrou no passado o time Sub-23 da Ponte Preta. No Recife desde março, tem mantido contato próximo com Paiva, companheiro de time, e Derlis Alegre, atacante do Santa Cruz. Os três se uniram e tem se ajudado nesta adaptação. Segundo o próprio Brítez, o processo tem sido bom no Alvirrubro. 

“Minha adaptação no Náutico tem sido muito boa porque tenho um paraguaio que é meu conhecido, joguei muito tempo com ele e espero dar todo o meu melhor a cada partida. Minha passagem pela Ponte Preta foi rápida, mas me deu uma grande experiência e espero que aqui seja da mesma maneira”, concluiu.

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