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A Torre de Babel na arbitragem do Brasil

Marcos Leandro
Marcos Leandro
Publicado em 12/01/2021 às 9:14
Sport segue na bronca com a arbitragem. Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Sport segue na bronca com a arbitragem. Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
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A repercussão por praticamente dois dias da jogada que resultou no pênalti (marcado e depois anulado) para o Sport na mão na bola do palmeirense Rony no jogo de sábado (9) dá o tom do que virou a arbitragem no Brasil: uma verdadeira Torre de Babel. Ninguém fala a mesma língua, principalmente quando é lance que envolve mão na bola dentro da área.

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A Comissão Nacional de Arbitragem dá uma orientação, que na prática a gente não vê ser seguida em todos os lances deste tipo. Comentaristas e ex-analistas do apito também divergem. Não há uniformidade de critério. O próprio Sport já sofreu na pele neste campeonato, como no jogo contra o Santos na Vila Belmiro, cujo primeiro gol santista veio após um chute que a bola desviou na mão de Adryelson.

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Outros times também sofreram com esse mesmo tipo de jogada. E vão continuar sofrendo. E parece que a cada orientação, as coisas se complicam ainda mais, em vez de ajudar. E para completar, agora com o VAR, são mais três pessoas na cabine para interpretar os lances, junto com o árbitro principal e os auxiliares...e o quarto árbitro. Exagerando em alguns pontos, a direção do Sport fez sua pressão, claro, pensando na sequência do campeonato e no seu desfecho. Porém, o problema é mais profundo. E de consequências graves.

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