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Náutico consegue acordo para quitar débito de mais de R$ 500 mil com Givanildo Oliveira

Lucas Holanda
Lucas Holanda
Publicado em 30/03/2021 às 14:06
Givanildo Oliveira treinou o Náutico em 2016. Foto: Guga Matos/JC Imagem
Givanildo Oliveira treinou o Náutico em 2016. Foto: Guga Matos/JC Imagem
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O Náutico finalmente conseguiu um acordo para quitar o débito de R$ 517 mil com o técnico Givanildo Oliveira, numa dívida da temporada 2016, na última vez em que o treinador esteve no clube. Nesta terça-feira, o Timbu acertou os moldes do acordo para pagar este montante. Em contato com a reportagem do Jornal do Commercio, o presidente do Náutico, Edno Melo, comemorou o acerto para quitar o débito com o treinador. No entanto, o mandatário alvirrubro também ressaltou a importância das gestões dos clubes 'terem responsabilidade' na hora de administrar.

"A gente está construindo o Náutico para um futuro próximo. Isso mostra como a gestão vem cumprindo o prometido, que é a redução do passivo, para lá na frente ter um Náutico mais forte. Foi um acordo bom para o clube e bom para Givanildo, que assim como nós também cedeu um pouco. Que isso fique de exemplo para as próximas gestões, que entendam que a gente não pode fazer tudo por um título. E está aí o resultado: contrataram e não pagaram", afirmou o presidente Edno Melo.

O mandatário alvirrubro também fez questão de ressaltar como é difícil fazer um acordo no atual momento, uma vez que o clube perdeu algumas receitas por conta da pandemia do novo coronavírus. No entanto, fez questão de ressaltar que o Náutico precisava quitar este débito, já que o débito do treinador com o Timbu era desde 2016, e que Givanildo Oliveira merecia receber o que lhe foi prometido.

Também em contato com a reportagem do JC, o vice-presidente jurídico Bruno Becker afirmou que o Náutico fechou um acordo de 40 parcelas com o treinador, com o Timbu pagando em torno de R$ 10 mil por mês, uma vez que Givanildo Oliveira abriu mão de receber pouco em torno de 20% - cerca de R$ 100 mil - do montante total da dívida de R$ 517 mil.

Na última passagem de Givanildo Oliveira no Náutico, em 2016, o Timbu ficou devendo salários, 13º, férias e multa pelo não pagamento de outras verbas, além do não recolhimento do FGTS. Por conta disso, o débito chegou nos R$ 517 mil . Givanildo, inclusive, entrou com uma ação contra o Náutico, que resultaria no leilão da Garagem de Remo para pagar o treinador. No entanto, em julho do ano passado, o Alvirrubro conseguiu derrubar este leilão e, desde então, o clube e o treinador mantinham conversas para chegar num acordo, finalmente selado nesta terça-feira.

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