Hitória

Museus contam a vida do Recife no século 19

Reaberto na noite desta segunda-feira (22), o Museu do Trem terá entrada gratuita nas próximas duas semanas. O Museu do Estado recria uma casa da aristocracia pernambucana

Cleide Alves
Cleide Alves
Publicado em 23/12/2014 às 8:08
Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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O Museu do Trem, reaberto na noite desta segunda-feira (22), e o Museu do Estado de Pernambuco, com nova exposição desde quinta-feira (18), convidam moradores e visitantes para um passeio pelo Recife dos oitocentos. Em tempo de férias e recesso de fim de ano, as duas instituições culturais, instaladas em edificações construídas no século 19, fazem um resgate dos usos e costumes que predominavam na época, cada uma a seu modo.

Localizado no prédio da antiga Estação Central, no bairro de São José, Centro do Recife, o Museu do Trem conta a história das ferrovias em Pernambuco, desde o início do serviço, em 1855, até a chegada da Transnordestina no Sertão, em 2010. A viagem no tempo é feita com recursos variados: pedaço de trilho, locomotiva de ferro, placa de sinalização, sino, farol, lanterna, ferramenta de trabalho, vídeo, música e fotografia.

Reorganizado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o centro funcionará de terça a sexta, das 9h às 17h, e nos fins de semana, das 10h às 17h. “Esse é o primeiro Museu do Trem do Brasil – criado em 1972 – e tem um dos acervos mais importantes do País”, diz o artista plástico Márcio Almeida, responsável pela reabertura da casa. A entrada é gratuita nas próximas duas semanas.

Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
Hall de entrada do Museu do Trem, na antiga Estação Central do Recife, no bairro de São José - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Chaminé de caldeira no hall central do Museu do Trem, localizado no bairro de São José, Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Museu do Trem, criado em 1972, estava desativado e reabre nesta segunda-feira (22), no Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Museu do Trem do Recife, o primeiro a ser criado no Brasil para preservação da memória ferroviária - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Museu do Trem do Recife, o primeiro a ser criado no Brasil para preservação da memória ferroviária - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Museu do Trem do Recife, o primeiro a ser criado no Brasil para preservação da memória ferroviária - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Maquete da English Eletric, locomotiva elétrica a diesel, no acervo do Museu do Trem do Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Museu do Trem do Recife, o primeiro a ser criado no Brasil para preservação da memória ferroviária - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Sala dedicada às oficinas de manutenção de máquinas de Werneck (Areias) e Jaboatão, no Museu do Trem - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Balança do acervo ferroviário, restaurada e exposta no Museu do Trem, na Estação Central do Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Peças de estações de embarque compõem a mostra, no primeiro pavimento do Museu do Trem do Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Sala dedicada à construção e manutenção das estrada de ferro, no Museu do Trem do Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Museu do Trem do Recife, o primeiro a ser criado no Brasil para preservação da memória ferroviária - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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As velhas locomotivas na antiga Estação Central do Recife integram o acervo do Museu do Trem - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Aluizio Câmara, museólogo e curador da exposição temática do Museu do Trem do Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem
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Aluizio Câmara, museólogo e curador da exposição temática do Museu do Trem do Recife - Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem

 

Na Zona Norte da cidade, o Museu do Estado foi reestruturado e agora mostra aos visitantes o modelo de uma casa da aristocracia pernambucana do século 19, mobiliada com cadeira de palhinha, cama de dossel, oratório de madeira, quadro de barões e baronesas, vasos europeus, piano, harpa e estatuetas.

O casarão que desde 1940 acolhe o Museu do Estado, na esquina da Avenida Rui Barbosa com a Rua Amélia (Graças), era a residência de veraneio do comerciante Francisco Antônio de Oliveira (1788-1855), o Barão de Beberibe. Recebe o público de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. O ingresso custa R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia).

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