Urbanismo

Câmara debate plano urbanístico para área central do Recife

Audiência pública é aberta ao público e começa às 9h no Plenarinho

Da Editoria Cidades
Da Editoria Cidades
Publicado em 10/04/2015 às 7:01
Alexandre Gondim/JC Imagem
Audiência pública é aberta ao público e começa às 9h no Plenarinho - FOTO: Alexandre Gondim/JC Imagem
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A Câmara de Vereadores do Recife promove nesta sexta-feira (10) audiência pública para debater com a sociedade o Plano Urbanístico Específico para o Cais José Estelita, Cais de Santa Rita e Cabanga, elaborado pela prefeitura. O evento começa às 9h e será realizado no Plenarinho da Casa de José Mariano, localizada em Santo Amaro, no Centro da cidade.

Convocada pelo vereador Gilberto Alves, líder do governo na Câmara, a audiência pública contará com a participação do secretário de Desenvolvimento e Planejamento Urbano do Recife, Antônio Alexandre, e do presidente do Instituto Pelópidas Silveira, João Domingos, representando o município. Eles deverão apresentar a proposta.

Também compõem a mesa o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-PE), Roberto Montezuma, a presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-PE), Vitória Andrade, e o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PE), Evandro de Alencar Carvalho.

“É um projeto complexo que abrange uma área significativa da cidade pela importância histórica e social. Um plano específico para esta área está previsto no Plano Diretor do Recife desde 2008 e o Legislativo vai fazer essa discussão junto com as entidades, a prefeitura e a sociedade”, informa o vereador.

O Projeto de Lei nº8/2015, de autoria do Executivo, tramita na Câmara desde março de 2015 e estabelece regras para novas construções nesse trecho da cidade. A prefeitura define diretrizes para o Projeto Novo Recife, que prevê um empreendimento imobiliário no Cais José Estelita, e cria as condições de ocupação para a Vila Operária e o tereno hoje ocupado pelo 7º Depósito de Suprimento do Exército, no bairro da Cabanga.

Também propõe o escalonamento na altura das futuras edificações nessa região, chegando ao máximo de 137 metros (correspondente ao um prédio de 45 pavimentos) no Cais José Estelita, perto do Viaduto Capitão Temudo. Na Cabanga, a proposta da prefeitura é estimular novas ocupações, com 55% de área pública e 45% de área privada.

O debate na Câmara é aberto ao público.


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