REIVINDICAÇÃO

Servidores municipais ocupam Câmara do Recife em protesto por reajuste

O poder executivo ofereceu um aumento de 2%, enquanto os trabalhadores desejam um reajuste médio de 17,6%

JC Online
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Publicado em 09/08/2017 às 18:36
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O poder executivo ofereceu um aumento de 2%, enquanto os trabalhadores desejam um reajuste médio de 17,6% - FOTO: Foto: Cortesia
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Servidores municipais organizam uma acampamento no plenário da Câmara de Vereadores do Recife, localizada na Rua Princesa Isabel, bairro da Boa Vista, área central da cidade. O ato iniciado às 16h30 é em protesto contra o reajuste salarial proposto pela Prefeitura. O poder executivo ofereceu um aumento de 2%, enquanto os trabalhadores desejam um reajuste 14,77% (para quem recebeu 5% no ano passado) e 20,51% (para quem não recebeu 5%) a partir de 1º de janeiro de 2018. Os servidores entraram em greve há exatas três semanas, dia 27 de julho.

“O acampamento é por tempo indeterminado. Não iremos sair daqui enquanto até conseguimos nos reunir novamente para negociar”, disse o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais do Recife (Sindespre) Osmar Ricardo. “Tiramos esse momento para sensibilizar os parlamentares, para que entendam nossa luta e nos apoiem”, afirmou a diretora do Sindespre Lúcia Miranda.

No grupo, estão cerca de 65 servidores participam da ação, entre Assistência Social, Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano, Companhia de Trânsito e Transporte (CTTU), Agente de Desenvolvimento Infantil (ADIs) e Agente de Apoio ao Desenvolvimento Escolar Especial (AADEEs). 

De acordo com Osmar Ricardo, quando chegaram à Câmara, o presidente da casa Eduardo Marques (PSB), já tinha ido embora. “Apenas os vereadores Rinaldo Júnior (PRB), Marília Arraes (PT), Ivan Moraes (Psol) e Ana Lúcia (PRB). Muitos parlamentares foram embora quando nós chegamos”, lamentou o presidente.

Reinvidicações


Além do reajuste salarial, os servidores esperam também um aumento no vale-alimentação que sairia dos atuais R$15,50 para R$20 (a PCR propõe R$17,50 a partir de outubro). A proposta do executivo é de que

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