AÇÃO SOCIAL

Projeto Justiça Libertadora recebe espaço no Fórum do Recife

Iniciativa tem como objetivo oferecer cursos gratuitos de inglês e informática a jovens da Comunidade do Coque

Editoria de Cidades
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Publicado em 29/08/2017 às 14:10
Foto: Fotos Públicas
Iniciativa tem como objetivo oferecer cursos gratuitos de inglês e informática a jovens da Comunidade do Coque - FOTO: Foto: Fotos Públicas
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O projeto Justiça Libertadora irá oferecer cursos gratuitos de inglês e informática a 165 jovens moradores da Comunidade do Coque, no Recife. O lançamento do Projeto acontece na sexta-feira (1º), às 10h, no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, localizado na Ilha Joana Bezerra. As aulas começam na segunda-feira (4) e serão realizadas em uma estrutura montada no Hall Monumental do edifício.

Ação de inclusão social promovida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Justiça Libertadora foi idealizado pelo presidente do Judiciário estadual, desembargador Leopoldo Raposo. O projeto engloba atividades que proporcionam aos jovens a perspectiva de formação continuada e conhecimento extensivo ao adquirido na escola com cursos de inglês e informática, duas formações essenciais tanto para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) quanto para o mercado de trabalho atual. Os professores dos cursos formativos são docentes do Sesi.

 Nesta etapa inicial, foram disponibilizadas 80 vagas para o curso de informática e 85 para o curso de inglês. Para a formação em língua inglesa, serão 4h/aulas semanais, realizadas em dias intercalados. Para informática, as aulas também serão realizadas duas vezes por semana, com duração de 90 minutos cada uma. Material didático e fardamento serão disponibilizados pelas duas instituições.

SELEÇÃO

O processo de escolha dos alunos beneficiários dos cursos ocorreu através da colaboração da Orquestra Criança Cidadã, que selecionou os estudantes em três escolas da Comunidade do Coque: Escola Municipal Professor José da Costa Porto, Escola Estadual Monsenhor Manuel Leonardo de Barros Barreto e Escola Estadual Joaquim Nabuco. Para a participação, o critério utilizado foi o mérito escolar, representado através de boas notas e participação durante as aulas.

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