ASSISTÊNCIA

Coletivo Mana a Mana presta assistência jurídica para mulheres

Atendimento é gratuito, destinado à mulheres em situação de vulnerabilidade e com renda de até dois salários

JC Online
JC Online
Publicado em 06/06/2019 às 14:10
Notícia
Foto: Divulgação
Atendimento é gratuito, destinado à mulheres em situação de vulnerabilidade e com renda de até dois salários - FOTO: Foto: Divulgação
Leitura:

O Coletivo Mana a Mana está prestando assistência jurídica e psicológica à mulheres que estejam passando por alguma situação de violência ou vulnerabilidade, possuam renda mensal de até dois salários mínimos e residam no Recife ou na Região Metropolitana. Fundado por sete mulheres advogadas e feministas, em dezembro de 2018, atualmente, a ação conta com mais de 15 voluntárias também advogadas e uma psicóloga.

O atendimento presencial é realizado às segundas-feiras, de forma gratuita, na Casa Azul, que fica na Rua Oscar Pinto, 329, no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife.

Além das pessoas já envolvidas com a ação, o grupo tem 30 voluntários em espera para participar do projeto. “Algumas de nós já se conheciam, outras se conheceram nas eleições em meio aqueles turbilhões de movimentos. Quase como um alinhamento planetário, a gente acabou se reunindo no whatsapp e depois nos encontramos para conversarmos sobre a possibilidade de nos reunirmos em favor daquilo que mais queríamos fazer: defender mulheres e trabalhar com e entre mulheres", contou a advogada Ana Sofia, uma das fundadoras do Mana a Mana.

Contato 

As mulheres que precisarem dos serviços do Coletivo Mana a Mana podem entrar em contato enviando e-mail para coletivomanaamana@gmail.com, pelo telefone (81) 982977091 ou ainda por meio das redes sociais. É possível encontrar o Coletivo como @coletivomanaamana .

"É importante lembrar que quando falamos de violência, não estamos falando só da violência física ou doméstica, mas qualquer tipo de vulnerabilidade advinda das mais diversas e variadas opressões de gênero que se acumulam na sociedade em que todas nós estamos inseridas. Quando defendemos uma mulher, estamos também defendendo a nós mesmas. Precisamos lembrar disso sempre."

Últimas notícias