Protesto

Taxistas fazem carreata na Agamenon em protesto contra apps

A carreata está marcada para sair às 6h da manhã em direção ao Fórum de Joana Bezerra

JC Online
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Publicado em 18/06/2017 às 18:16
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A carreata está marcada para sair às 6h da manhã em direção ao Fórum de Joana Bezerra - FOTO: Foto: JC Imagem
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Os taxistas do Recife e Região Metropolitana realizarão uma carreata na manhã desta segunda-feira (18), em protesto contra a liminar que autoriza a prática de transporte de passageiros através de aplicativos de celular. Prometendo uma manifestação pacífica, eles irão se concentrar em frente ao Classic Hall, em Olinda, a partir das 6h, de onde partem até o Fórum Rodolfo Aureliano, na Ilha de Joana Bezerra, área central do Recife. Os carros irão fazer o trajeto pela Avenida Governador Agamenon Magalhães, uma das mais movimentadas da capital pernambucana.

Carlos Nunes, presidente da Cooperativa de Rádio Táxi de Ipojuca, afirma que a manifestação o protesto vai focar na liminar que permite o uso de aplicativos de celular para o transporte de passageiros. "O protesto é contra a situação que nós estamos vivendo. Não é contra o aplicativo, mas contra a liminar que não cai. O juiz liberou a liminar enquanto tem PEC tramitando. Não tem nenhuma lei aqui que diz que a Uber ou a T81 pode rodar. Nós temos aí esse prejuízo e infelizmente temos que chamar a atenção dessa forma. Ainda por cima tem o fator da insegurança", afirmou.

Segundo Walmir Teixeira da Silva, do Movimento Frente dos Taxistas de Pernambuco, a manifestação não pretende bloquear a via, mas se não forem recebidos no fórum, o ato pode ter uma proporção maior. " A gente não pretende fechar nada, mas como terá onze municípios, pode causar algo. A quantidade pode ser grande a ponto de fechar tudo. Se a gente não for recebido, a gente vai fechar o Recife inteiro", afirmou Teixeira.

Cobrança de posicionamento

"Vamos ao fórum buscar posicionamento do juiz Humberto Graça, que não se manifesta nem contra e nem a favor. Não terá ato de vandalismo, se tiver, não é da gente. Afinal de contas, somos todos trabalhadores", afirma Nunes.

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