Protesto

Frente faz protesto contra aumento das passagens no Centro do Recife

No início da manhã desta sexta-feira (19), o grupo já havia realizado uma manifestação na BR-101, no Barro

JC Trânsito
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Publicado em 19/01/2018 às 11:33
Foto: Maria Luisa Ferro/Jornal do Commercio
No início da manhã desta sexta-feira (19), o grupo já havia realizado uma manifestação na BR-101, no Barro - FOTO: Foto: Maria Luisa Ferro/Jornal do Commercio
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*Atualizada às 12h54

A Frente de Luta pelo Transporte Público de Pernambuco realizou mais um protesto contra o aumento das passagens na manhã desta sexta-feira (19), na Avenida Guararapes, no bairro de Santo Antônio, no Centro do Recife. A manifestação faz parte das mobilizações marcadas para esta sexta, por causa da reunião do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM), em que vai tentar regularizar os membros do Conselho após a Justiça declarar irregularidades no órgão regulador.

Os manifestantes se concentraram no bairro de Santo Antônio, entre a Avenida Guararapes, Rua do Sol e Ponte Duarte Coelho, na área Central. No protesto, a circulação dos ônibus que trafegavam na área foi bloqueada. O trânsito foi liberado por volta das 12h20.

Mobilizações

Um protesto contra o aumento da passagem de ônibus bloqueou um trecho da BR-101 ao lado do Terminal Integrado do Barro, na Zona Oeste do Recife, na manhã desta sexta-feira (19). Os manifestantes prometem se mobilizar e fazer uma segunda manifestação ainda nesta sexta na frente do prédio do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o protesto começou por volta das 6h e os manifestantes utilizam pneus e entulhos para bloquear os dois lados da rodovia. "A gente preza por tarifa zero, mas reivindicamos, pelo menos, a promessa de campanha do governador Paulo Câmara de uma tarifa única no valor de R$ 2,15", afirmou a participante do integrante do movimento, Vitória Genuíno.

REUNIÃO

O conselheiro do CSTM Márcio Morais, representante dos estudantes, disse que vai votar contra a prorrogação dos mandados, pois discorda da manobra do governo para legalizar o órgão. “É preciso haver eleição dos oito membros da sociedade civil. Vai ser criada uma comissão para organizar a próxima Conferência Metropolitana dos Transportes e não estamos representados, cadê o diálogo?”, diz. Segundo ele, haverá movimentos em terminais, avenidas e estações de metrô.

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