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Delma afirma que não lembra de ter confessado o crime

O advogado continua no caso por acreditar que a mulher tem problemas de insanidade mental. Delma contou a ele que deu a entrevista porque foi pressionada pela filha Roberta Freire

Diogo Menezes
Diogo Menezes
Publicado em 25/05/2011 às 12:24
Mona Lisa Dourado/JC
FOTO: Mona Lisa Dourado/JC
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Delma Freire, a principal acusada de ser mandante do assassinato da nora, Jeniffer Kloker, vai dar uma entrevista coletiva nesta sexta (27). Ela admitiu para o advogado José Carlos Penha, na manhã desta quarta (25), que não lembra de ter confessado o crime, explicando que estava sob efeito de medicamentos. Ela teria dito, ainda, que foi pressionada pela filha Roberta Freire para assumir a autoria.

O advogado continua no caso por acreditar que a mulher tem problemas de insanidade mental. Delma contou a ele que deu a entrevista porque foi pressionada pela filha Roberta Freire.

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Roberta teria a ameaçado deixar de enviar o dinheiro de uma pensão que a acusada recebe do governo italiano, além de 35 mil euros que o companheiro de Delma, Ferdinando Tonelli, ganha com alugueis de imóveis naquele país.

A turista alemã Jeniffer Kloker foi morta no dia 16 de fevereiro de 2010, na altura do km 97 da BR-408, no município de São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Os acusados de participar do crime são Pablo Richardson Tonelli, o marido da vítima, Delma Freire de Medeiros, a sogra, Ferdinando Tonelli, o sogro, e o vigilante Alexsandro Neves dos Santos, conhecido como Sandro, que teria efetuado os disparos contra a alemã.

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