segurança pública

Militares rejeitam proposta do governo e mantêm paralisação

Bombeiros e PMs pedem reajuste salarial e atualização do plano de cargos e carreiras

Do JC Online
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Publicado em 14/05/2014 às 19:05
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Bombeiros e policiais militares decidiram manter a paralisação das atividades após reuniões com deputados estaduais e representantes do governo. Um grupo vai permanecer acampada na frente do Palácio do Governo, na área central do Recife, para pressionar a gestão a atender às reivindicações.

Durante o dia, os PMs da Região Metropolitana do Recife não trabalharam. Uma parte seguiu para o expediente, mas não saiu dos quartéis. Outro grupo se manteve concentrado na frente do Palácio, aguardando resposta às reivindicações da categoria. O recolhimento dos policiais é um reflexo da decisão da assembleia realizada na noite da última terça-feira (13) em que os militares decidiram paralisar as atividades.

A pauta de reivindicações dos profissionais inclui 18 itens. Nas duas reuniões que ocorreram durante a tarde, o governo afirmou não ser possível discutir todos os pontos. Uma comissão de militares elegeu como prioridade discutiro reajuste salarial de 30% para os soldados e 50% para os oficiais, aumento do vale-refeição de R$ 150 para R$ 500 mensais, além da restruturação do Hospital da Polícia Militar e a atualização do Plano de cargos e carreiras.

De acordo com o capitão Vladmir Assis, presidente da Associação dos Militares de Pernambuco, nos batalhões 1º, 11º, 12º, 16º e 17º, a adesão é de praticamente 100%. Profissionais de Petrolina, Salgueiro, Ouricuri e Serra Talhada também aderiram à paralisação.

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