Sem solução

Colégio convida perito do caso PC Farias para elucidar caso Beatriz Mota

O crime aconteceu na instituição de ensino, durante uma festa de formatura do ensino médio

JC Online
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Publicado em 18/07/2016 às 19:15
Foto: reprodução/Facebook
O crime aconteceu na instituição de ensino, durante uma festa de formatura do ensino médio - FOTO: Foto: reprodução/Facebook
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O médico legista alagoano George Sanguinetti, conhecido nacionalmente por sua atuação no caso das mortes de PC Farias e no da menina Isabella Nardoni, foi convidado pelo Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, para investigar o caso da menina Beatriz, morta com 42 facadas durante a festa de formatura do colégio, há sete meses. 

Por meio do Facebook, o perito disse que o advogado da instituição de ensino, Clailson Ribeiro, solicitou à Justiça o acesso aos autos e perícias do caso. "Quando autorizado, chego a Petrolina para trabalhar e não irei voltar sem as respostas: 1. Quem matou Beatriz? 2. Qual o motivo?", escreveu Sanguinetti.

No texto, o médico legista também exime a culpa do colégio no caso, citando o a relação de causalidade do Código Penal. "O resultado de que depende a existência do crime somente é imputável a quem lhe deu causa", afirmou.

Sanguinetti também disse que deve cobrar informações do delegado condutor do inquérito. "Este crime foi tão perfeito assim, que não deixou nenhuma evidência, nenhum vestígio?", questionou. No início do ano, Sanguinetti já havia oferecido ajuda nas investigações. Na ocasião, a SDS não o aceitou, por acreditar no trabalho da perícia da Polícia de Pernambuco.

Beatriz Mota, 7 anos, foi morta em dezembro de 2015, no Colégio Maria Auxiliadora, onde acontecia a formatura do ensino médio da irmã mais velha dela. Após sair da quadra para beber água, a criança sumiu e foi encontrada pouco depois, sem vida, no depósito de materiais esportivos do colégio.

PROTESTO - Amigos e familiares de Beatriz farão um novo protesto, na manhã desta terça-feira (19), no Palácio do Campo das Princesas, na área central do Recife. O grupo deve entregar um abaixo-assinado ao governador Paulo Câmara, pedindo a celeridade das investigações.

De acordo com os organizadores do movimento "Somos todos Beatriz",  uma caravana com cerca de 40 pessoas de Petrolina e Juazeiro (BA) se juntarão com pessoas do Recife para participar do movimento. 

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