CASO MARCOLINO JÚNIOR

Acusado de matar colunista social é condenado a 30 anos em Caruaru

Júri popular condenou Rafael Leite da Silva por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver

JC Online
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Publicado em 22/06/2017 às 2:47
Foto: Reprodução / Facebook
Júri popular condenou Rafael Leite da Silva por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver - FOTO: Foto: Reprodução / Facebook
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Trinta anos e cinco meses de prisão é a sentença dada pelo júri popular a Rafael Leite da Silva, 33 anos, designer gráfico, acusado de ser um dos assassinos do colunista social Marcolino Júnior, 46 anos, em Caruaru, Agreste pernambucano. O julgamento, que durou 15 horas, terminou por volta das 23h40 desta quarta-feira (21). A sentença foi lida pela juíza Priscila Vasconcelos. 

Rafael deverá cumprir pena em regime fechado. Ele, que já está preso na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, foi condenado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima) e furto e ocultação de cadáver. Após ouvir a sentença, o acusado afirmou que o resultado era injusto. O advogado de Rafael informou que vai recorrer da decisão. 

O caso 

O colunista social Marcolino Júnior desapareceu no dia 16 de abril de 2016, em Caruaru. No dia 18 do mesmo mês, o seu corpo foi encontrado no distrito de Insurreição, em Sairé, também no Agreste, já em decomposição e com sinais de asfixia. O carro do jornalista também foi encontrado no mesmo dia sob a posse de Rafael Leite, que tentava vender o veículo. O mandante do crime seria Davi Fernando Ferreira Graciano, 23 anos,  que aguarda possibilidade de ir a júri popular.

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