Premiação

Pernambucano Armando Babaioff indicado ao Shell de melhor ator

Ator concorre com texto homoerótico de autor canadense

JC Online
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Publicado em 03/07/2017 às 17:37
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Ator concorre com texto homoerótico de autor canadense - FOTO: Divulgação
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O pernambucano Armando Babaioff está na final do Prêmio Shell, concorrendo na categoria Melhor Ator. Nesta segunda (3), a Shell divulgou a seleção dos escolhidos pelo júri do Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro.

Na lista do primeiro semestre chama a atenção o espetáculo “Tom na Fazenda”, que recebeu cinco indicações em quatro categorias: “Direção”, “Cenário”, “Música” e “Ator”, justamente para Babaioff. A obra é baseada em um texto do autor canadense Michel Marc Bouchard, já foi encenada em várias partes do mundo, ganhou uma versão para o cinema, e fala sobre amor, sexualidade e preconceito.
Já o espetáculo “Mata teu pai”, assinado por Grace Passô - vencedora do 29º Prêmio Shell de Teatro na categoria Autor - e encenado pela atriz Débora Lamm recebeu três indicações nas categorias “Cenário”, “Figurino” e “Iluminação”. A história também aborda preconceito e fala sobre feminismo. C
No Rio de Janeiro, o júri é formado por Ana Achcar, Ana Luisa Lima, Bia Junqueira, Macksen Luiz e Moacir Chaves.

Abaixo, a lista completa de indicados do primeiro semestre ao 30º Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro.

A LISTA

Autor:
Diego Marcia Zanelatto por “Ela”
Walter Daguerre por “Josephine Baker, a Vênus Negra”

Direção:
Eric Lenate por “Love Love Love”
Rodrigo Portella por “Tom na Fazenda”

Ator:
Armando Babaioff por “Tom na Fazenda”
Gustavo Vaz por “Tom na Fazenda”

Atriz:
Aline Deluna por “Josephine Baker, a Vênus Negra”
Yara de Novaes por “Love Love Love”

Cenário:
Aurora dos Campos por “Tom na Fazenda”
Mina Quental por “Mata teu pai”

Figurino:
Beth Filipecki por “Ivanov”
Marcelo Marques por “Mata teu pai”

Iluminação:
Aurélio de Simoni por “Ubu Rei”
Nadja Naira e Ana Luzia de Simoni por “Mata teu pai”

Música:
Marcello H, por “Tom na Fazenda”
Ricco Viana por “Janis”

Inovação:
“Que legado” pela ocupação cultural que propõe o diálogo entre profissionais de atuações e geografias diversas no Rio de Janeiro.

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