CRÍTICA

Onde está a felicidade? é comédia com ingredientes de autoajuda

Produção ganhou prêmio do público no Festival de Paulínia

Ernesto Barros
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Ernesto Barros
Publicado em 19/08/2011 às 6:00
Fox Filmes/Divulgação
Produção ganhou prêmio do público no Festival de Paulínia - FOTO: Fox Filmes/Divulgação
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Produzido com recursos da Prefeitura de Paulínia e parcialmente filmado nos estúdios locais, a comédia Onde está a felicidade? (2011), de Carlos Alberto Riccelli, que estreia nesta sexta-feira (19/08) em todo o País, garantiu fácil sua presença no festival promovido pela cidade paulista em julho passado.

Onde está a felicidade? teve uma ótima recepção do público em Paulínia. O mais estranho era que muitas vezes parecia que a plateia via coisas que ninguém mais via, rindo em cenas que não tinham a menor graça. Porém, revisto fora do ambiente do festival, o filme deixou uma melhor impressão.

Realizado por Riccelli em parceria com a esposa, a atriz e roteirista Bruna Lombardi, Onde está a felicidade?, no entanto, é um passo atrás em relação ao filme anterior do casal, o urbano O signo da cidade (2008). Ainda muito bela e com o corpo em excelente forma, Bruna interpreta a apresentadora Teodora, que mantém um programa culinário especializado em receitas afrodisíacas. Casada com Nando (o pernambucano Bruno Garcia, muito bom, principalmente nas cenas com a japonesa Kotoe Karasava), um dia Teo flagra uma namorada virtual do marido na internet.

Traída e sem emprego, ela junta suas coisas e inventa fazer o sagrado Caminho de Santiago de Compostela, como se isso lhe ajudasse a dar a volta por cima. Ao lado do produtor Zeca (Marcelo Airoldi) e de Milena (Martha Larralde), eles se metem em mil confusões Espanha a dentro. E até no Brasil, num mal ajambrado epílogo na Serra da Capivara, no Piauí.

Leia a crítica completa na edição desta sexta-feira (19/08) no Caderno C, do Jornal do Commercio

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