CINEMA

Séphora Silva e Alessandra Nilo lançam curtas no Cinema da Fundação

Sessão começa às 20h desta segunda-feira (13/10)

Do JC Online
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Publicado em 13/10/2014 às 7:59
Divulgação
Sessão começa às 20h desta segunda-feira (13/10) - FOTO: Divulgação
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Dois curtas-metragens pernambucanos estreiam nesta segunda-feira (13/10), às 20h, no Cinema da Fundação: A felicidade não é deste mundo, de Séphora Silva, e Urbanos, de Alessandra Nilo. Produzidos com recursos do Edital do Audiovisual, os dois filmes já começaram a peregrinação pelo circuito dos festivais, mas esta é a primeira exibição no Recife.

Terceiro curta dirigido por Séphora, A felicidade... ganhou o Prêmio de Melhor Curta pelo Júri Popular, no Festival de Triunfo deste ano. "Fiz meu primeiro curta quando concluí um curso de cinema no México. Depois de Sihen, do filme coletivo Olhares sobre Lilith, peguei gosto novamente. Fiquei muito feliz pela premiação em Triunfo", conta Séphora.

Com orçamento de R$ 107 mil, o curta foi gravado em Cimbres, no Agreste do Estado, e no Recife, com a utilização da câmera Red Scarlett 4K. O som foi finalizado em Dolby 5.1. No elenco, a atriz Hilda Torres, do Coletivo Angu de Teatro, que vive uma mulher esquizofrênica em virtude de perdas familiares.

Na próxima quarta-feira (15), A felicidade não é deste mundo será exibido na abertura do 24º Feteag (Festival de Teatro do Agreste), em Caruaru, onde Séphora participa da mesa de debates Ao Olhar Delas - A Poética Feminina em Cena.

Selecionado para o 33º Festival Internacional de Uppsala, na Suécia, que se realiza no final do mês, Urbanos é o primeiro filme de ficção realizado pela jornalista Alessandra Nilo. "Em 1998, fiz três curtas para uma campanha contra a aids, que foram fotografados por Dib Lutfi e filmados em película", relembra.

Como a vontade de fazer filmes perseverou através dos anos, Alessandra conseguiu viabilizar seu desejo de fazer um novo curta ao ter o roteiro de Urbanos aprovado no Edital do Audiovisual do ano passado. O curta narra cinco pequenas histórias, que se passam numa grande cidade. Elas acontecem em engarrafamentos, escolas, ônibus e até em frente ao Congresso Nacional. "A filmagem seria em frente à Assembleia Legislativa, aqui no Recife, mas mudei porque o impacto de ver um parlamentar corrupto em Brasília seria bem maior", explica.

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