Virada Multicultural

Naná Vasconcelos encerra Virada Multicultural do Recife

Percussionista apresenta o espetáculo Sinfonias e batuques

AD Luna
AD Luna
Publicado em 16/10/2011 às 6:05
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Comandado pelo compositor e percussionista Naná Vasconcelos, o espetáculo Sinfonias e batuques, encerra hoje, no Marco Zero, a partir das 19h, a primeira edição da Virada Multicultural do Recife. O concerto é baseado no CD (homônimo) mais recente do músico, lançado no ano passado. “Vamos ter um coral de 50 crianças de Peixinhos, quarteto de cordas, percussionistas, violonistas, projeção de filmes, dança com o balé Magê Molê e a participação da minha filha, Luz Morena, ao piano”, informa Naná.

No disco, o músico reúne a leveza do erudito com o poder orgânico da percussão. Boa parte das composições surgiu a partir de viagens mentais e da apurada consciência intuitiva do homem que já tocou com importantes nomes da música nacional e internacional. Gente à altura de Milton Nascimento, Egberto Gismonti, B.B. King, Caetano Veloso, Marisa Monte e Talking Heads.

Antes de Naná, o cantor-símbolo do frevo pernambucano Claudionor Germano sob ao palco do Marco Zero, às 17h, com seu Claudionor, Romance e Poesia. Logo depois, André Rio mostra o seu Outras bossas, ao lado de Luciano Magno, responsável pelos arranjos, Luciano Magno, responsável pelos arranjos, e do capixaba Roberto Menescal.
Parceiro de Ronaldo Bôscoli, Tom Jobim e Carlos Lyra, Menescal é considerado um dos fundadores do movimento bossa nova.

O show Outras bossas tem como principal proposta prestar tributo ao som que encantou o mundo e revisitar obras que contaram com a inventividade de Roberto Menescal, a exemplo de O barquinho, Você e nós e o amor.

Leia a reportagem completa no Jornal do Commercio deste domingo (16).

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