Lançamento

Seduzidas por Marina Lima

Cantoras da nova geração homenageiam a moça em CD

AD Luna
AD Luna
Publicado em 01/11/2011 às 6:01
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Marina Lima é uma das camaleoas do pop nacional. Desde o lançamento de seu primeiro álbum, Simples como fogo (1979), a moça vem se reinventando. Mesmo sem atingir um público grande como antes, ela mantém fãs e admiradoras(es) fieis, entre elas, cantoras da nova geração da música pop brasileira. Doze delas encontram-se reunidas no CD Literalmente loucasAs canções de Marina Lima (Joia Moderna), nome também de uma canção do citado disco de estreia de Marina no mundo fonográfico.

Nina Becker, Andréia Dias, Bárbara Eugênia, Graziela Medori, Cláudia Dorei, Márcia Castro, Iara Rennó, Joana Flor, Karina Zeviani, Anelis Assumpção, Tulipa Ruiz e Karina Buhr interpretam, ao seu estilo e acompanhadas por músicos de suas respectivas bandas, músicas não muito badaladas da autora de hits como À francesa, Nada por mim, Pessoa e Fullgás.

De acordo DJ Zé Pedro, idealizador e diretor da Joia Moderna, a escolha desse repertório está ligado ao conceito da sua gravadora, a qual busca valorizar mulheres ainda sem grande visibilidade na mídia e canções de compositores que não estejam nas listas óbvias de sempre. “Poucos se aventuram a gravar Marina Lima. Então eu, um apaixonado conhecedor de sua obra, achei que esse projeto estaria sob medida para a Joia lançar”, defende.
Para Zé Pedro, Marina está sempre à frente com suas ideias e que conseguiu se manter atual. “Apesar de ter vindo dos anos 1980 – essa década perigosa e datada, que deixou para trás muitos artistas que não souberam se renovar”, alfineta.

A escritora e radialista Patrícia Palumbo ficou encarregada de selecionar as vozes do Literalmente. “Recebi convite do Zé Pedro com muita satisfação. Somos fãs inveterados da Marina e gosto bastante dessa tarefa de escolher as pessoas, de adequar as vozes às canções. Todas as doze meninas aceitaram de pronto”.
A jornalista relata que a primeira vez que a homenageada ouviu o tributo foi em sua casa. “Ela veio aqui, onde armei uma audição, e amou. Sentiu-se super lisonjeada e disse que as meninas possuem a mesma inquietação musical que ela tem. Aquela coisa de procurar não soar comum”, explica.

Leia a reportagem completa no Caderno C desta terça (1).

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