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Chained To The Rhythm: Katy Perry faz clipe político e anti-Trump

Clipe mostra parque de diversões em futuro distópico, à la Black Mirror

JC Online
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Publicado em 21/02/2017 às 10:57
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Clipe mostra parque de diversões em futuro distópico, à la Black Mirror - FOTO: Reprodução
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Katy Perry já havia avisado que sua nova era seria marcada por um "pop com propósito". O primeiro single, Chained To The Rhythm já mostrava isso, ao pontuar críticas contra a alienção e à segregação. Nesta terça-feira (21), a cantora aprofundou a crítica ao lançar o clipe da canção, que é ambientado em um parque de diversões distópico.

Com vibe futurista e, ao mesmo tempo, retrô, Katy Perry aparece em um parque de diversões distópico, onde nada é o que parece ser. No vídeo, ela faz críticas enfáticas às políticas de Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o méxico. 

Na história Katy Perry aparece ludibriada como todos os outros personagens, mas vai ganhando consciência ao longo da narrativa, que conta com a presença do neto de Bob Marley, Skip Marley, em uma mensagem de amor e união.

As críticas da cantora passam ainda pela obsessão pelas redes sociais e padrões de vida ideal e beleza. O clipe, inclusive, tem uma pegada que lembra a série Black Mirror e sua visão distópica do futuro. Confira:

GRAMMY

 

No Grammy, quando apresentou a canção ao vivo pela primeira vez, Katy Perry também fez críticas enfáticas às políticas separatistas do novo presidente dos EUA e afirmou que seu novo álbum será "pop com propósito" e que tem uma mensagem para passar sobre o estado do mundo contemporâneo.

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