Sertão

Sesc encerra 12ª edição do Aldeia do Velho Chico e reedita Virarte em Petrolina

Serão mais de 12 horas de programação ininterrupta com música, dança, mercado cultural, literatura, artes visuais e peças teatrais

JC Online
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Publicado em 19/08/2016 às 18:40
Foto: Rodolfo Araújo/Divulgação
Serão mais de 12 horas de programação ininterrupta com música, dança, mercado cultural, literatura, artes visuais e peças teatrais - FOTO: Foto: Rodolfo Araújo/Divulgação
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A 12ª edição do Festival Aldeia do Velho Chico se encerra neste sábado. Após 21 dias com mais de cem atrações culturais movimentando o Vale do São Francisco, o festival será encerrado com o Virarte. Serão 12 horas de programação ininterrupta com música, dança, mercado cultural, literatura, artes visuais e peças teatrais.

A agenda tem início às 16h, na Lateral do teatro Dona Amélia, com as "Degustações Literárias", e, na Rua Pacífico da Luz (ao lado do Sesc), com "O Espelho da Lua", apresentada pela Tropa do Balacobaco, de Arcoverde (PE). O grupo irá retratar a história de uma índia que, após se apaixonar pela lua, inicia uma jornada cercada de aventura, fantasia, luta e romance. Já com o espetáculo ‘Sublime Torrão’, o grupo Artimanha (de Bodocó) narra, a partir das 17h, no Palco Alternativo, a jornada de um sertanejo migrante em busca de melhores condições de vida. Às 17h30, O artista Roberto Brasileiro surge para interagir com o público na performance "A cartomante", que vai circular no Sesc Petrolina e envolve cartas e jogos de tarô.

Às 18h será a vez da dança. A Cia. de dança Compassos se apresenta no Salão do Sesc, trazendo para a cidade uma mistura de dança e teatro que se confunde em o "Passo). Em seguida, às 19h, os artitas do Magiluth sairão por Petrolina para apresentar a peça de rua "Luiz Lua Gonzaga", que irá tratar questões como seca, migração e terra, temas que faziam parte das músicas do Rei do Baião. Outra artista que irá participar do Virarte é Daúde. A cantora abre a série de shows com as músicas do CD ‘Código Daúde’, às 20h, no Teatro Dona Amélia.

Depois do aquecimento musical de Daúde, o Aldeia chega às 21h com o espetáculo teatral ‘Costura da Vida’, apresentado pelo grupo juazeiro-pretrolinense Clã Virá, na Cantina do Sesc. Uma hora depois (22h), artistas da região e o público vão interagir no ‘Festival de Coreografias’, espaço de apresentação para bailarinos e grupos de dança. E, em seguida, a banda Cabrón segue na trilha do rock alternativo, para um show que começa no Salão do Sesc, às 23h.

A virada do sábado para o domingo fica com o cantor curitibano Leo Fressato, que apresenta no Teatro Dona Amélia um trabalho com influências da valsa francesa, balada e do baião. O Virarte prossegue e, à 1h, o Vintage Coletivo de Dança faz um passeio pelo tempo – de 1985 até hoje – para apresentar o ‘Toque DJ’, um *medley* das músicas brasileiras e internacionais que atravessaram gerações, no Palco Alternativo.

E, encerrando a edição 2016 do Festival de Artes do Vale do São Francisco – Aldeia do Velho Chico, às 2h, está escalada a banda Sóda Solta, que, conhecida pelo estilo ligado ao reggae, deve movimentar a plateia do Salão do Sesc, com outras influências, como o afoxé, bossa-nova, rap e o rock.  

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